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Cultivando a Língua Portuguesa
Renata Sborgia

Professora de Português

Renata

Sborgia

Advogada, Prof. de Português, Consultora e Revisora, Mestra USP/RP, Especialista em Língua Portuguesa, Pós-Graduada pela FGV/RJ, com MBA em Direito e Gestão Educacional, autora de vários livros como a Gramática Português Sem Segredos (Ed. Madras), em co-a

renatacs@convex.com.br

Cultivando a Língua Portuguesa

 
03/07/2015

Extravagante é ter o coração aconchegante. Ousadia é deixar o amor acontecer. Sensualidade é degustar o cenário, ao acaso, com a lua e a estrela, numa noite, sentirem o aroma no ar. O resto? A imaginação é criativa o suficiente para os desejos.
Trecho/crônica/Renata Carone Sborgia
Extravagante é ter o coração aconchegante. Ousadia é deixar o amor acontecer. Sensualidade é degustar o cenário, ao acaso, com a lua e a estrela, numa noite, sentirem o aroma no ar. O resto? A imaginação é criativa o suficiente para os desejos.
Trecho/crônica/Renata Carone Sborgia

1) Maria não “pára” de chorar.
Com a grafia escrita de forma incorreta (segundo o Novo Acordo Ortográfico) continuará chorando!
O correto é: para
Regra fácil:  Segundo a Nova Grafia, não se acentuam mais certos substantivos e formas verbais para distingui-los graficamente de outras palavras como o para (verbo) do para (preposição). Use-se o para.
Exemplo.: Vou para (preposição) casa.
                  Ela não para (verbo) de falar.
2) O computador queimou. O “pára-raios” não funcionou no momento oportuno.
    Com a grafia incorreta... não funcionaria mesmo!
     O correto é:  para-raios (sem acento no para)
Regra fácil: Aplica-se também as palavras compostas esta regra, conforme a Nova grafia: não se acentuam mais certos substantivos e formas verbais para distingui-los graficamente de outras palavras como o para (verbo) do para (preposição). Use-se o para.
Exemplo: para-brisa, para-raios
3) Pedro “pode” participar da corrida realizada na rua ontem.
Pedro terá que “correr” com os estudos também da Nova Grafia!
O correto é: pôde
Regra fácil:  A Nova Grafia não alterou os acentos do verbo PÔR e da forma do pretérito perfeito (passado) do pôde.
OBS.: Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular.
Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
PARA VOCÊ PENSAR:
...não me importo com a escolha do credo, se está com patuá, se preferiu ofertar flores para Iemanjá. Não me importo com qual religião que tu estás, amigo. Não se importe com a minha. Tenho uma maneira peculiar de crer: preciso ficar desnudada, liberta e num silêncio meu. Só assim consegui me encontrar com a fé, com o meu credo, com o que me deixa em pé para prosseguir a caminhada com foco ou após os desfocos que a vida nos dá sem nos avisar. Foi assim: acreditei em todas as fés. E digo mais sobre a minha: tocou o meu coração, me deu força para continuar na alegria ou tristeza. Fiz a minha religião para prosseguir com o sorriso em primeira instância porque me faz bem que possa chegar no próximo sutilmente...e tocá-lo. Foi assim, meu amigo, uma maneira doce de ouvir e ficar todos os dias da jornada com Deus.

Trecho/crônica/publicada/Renata Carone Sborgia

Fonte: Revista Canavieiros - ed. 108

Cultivando a Língua Portuguesa

03/07/2015

Extravagante é ter o coração aconchegante. Ousadia é deixar o amor acontecer. Sensualidade é degustar o cenário, ao acaso, com a lua e a estrela, numa noite, sentirem o aroma no ar. O resto? A imaginação é criativa o suficiente para os desejos.
Trecho/crônica/Renata Carone Sborgia
Extravagante é ter o coração aconchegante. Ousadia é deixar o amor acontecer. Sensualidade é degustar o cenário, ao acaso, com a lua e a estrela, numa noite, sentirem o aroma no ar. O resto? A imaginação é criativa o suficiente para os desejos.
Trecho/crônica/Renata Carone Sborgia

1) Maria não “pára” de chorar.
Com a grafia escrita de forma incorreta (segundo o Novo Acordo Ortográfico) continuará chorando!
O correto é: para
Regra fácil:  Segundo a Nova Grafia, não se acentuam mais certos substantivos e formas verbais para distingui-los graficamente de outras palavras como o para (verbo) do para (preposição). Use-se o para.
Exemplo.: Vou para (preposição) casa.
                  Ela não para (verbo) de falar.
2) O computador queimou. O “pára-raios” não funcionou no momento oportuno.
    Com a grafia incorreta... não funcionaria mesmo!
     O correto é:  para-raios (sem acento no para)
Regra fácil: Aplica-se também as palavras compostas esta regra, conforme a Nova grafia: não se acentuam mais certos substantivos e formas verbais para distingui-los graficamente de outras palavras como o para (verbo) do para (preposição). Use-se o para.
Exemplo: para-brisa, para-raios
3) Pedro “pode” participar da corrida realizada na rua ontem.
Pedro terá que “correr” com os estudos também da Nova Grafia!
O correto é: pôde
Regra fácil:  A Nova Grafia não alterou os acentos do verbo PÔR e da forma do pretérito perfeito (passado) do pôde.
OBS.: Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular.
Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
PARA VOCÊ PENSAR:
...não me importo com a escolha do credo, se está com patuá, se preferiu ofertar flores para Iemanjá. Não me importo com qual religião que tu estás, amigo. Não se importe com a minha. Tenho uma maneira peculiar de crer: preciso ficar desnudada, liberta e num silêncio meu. Só assim consegui me encontrar com a fé, com o meu credo, com o que me deixa em pé para prosseguir a caminhada com foco ou após os desfocos que a vida nos dá sem nos avisar. Foi assim: acreditei em todas as fés. E digo mais sobre a minha: tocou o meu coração, me deu força para continuar na alegria ou tristeza. Fiz a minha religião para prosseguir com o sorriso em primeira instância porque me faz bem que possa chegar no próximo sutilmente...e tocá-lo. Foi assim, meu amigo, uma maneira doce de ouvir e ficar todos os dias da jornada com Deus.

Trecho/crônica/publicada/Renata Carone Sborgia