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Acordo de Tonon e Raízen depende de pré-condições

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Cana-de-Açúcar

19/06/2017

Os credores da Tonon, que está em recuperação judicial, aceitaram na sexta-feira a proposta de aquisição de duas usinas da empresa, por R$ 823 milhões, feita pela Raízen Energia. As unidades estão em Bocaina e Brotas, em São Paulo. Os credores querem, no entanto, que pré-condições impostas pela Raízen para a conclusão do negócio sejam deixadas de lado. A Raízen tem 21 dias para responder se aceita ou não.
O Valor apurou que uma das pré-condições envolve o repasse aos atuais sócios da Tonon da responsabilidade de renegociar os contratos de fornecimento de biomassa de cana para Rhodia e Brookfield, que administram as unidades de cogeração das usinas negociadas. Os contratos preveem entrega de biomassa em troca de uma parcela da energia cogerada com prazos até 2042.
O Valor apurou que a Tonon não está cumprindo os termos da entrega de biomassa desde o ano passado. Com isso, Rhodia e Brookfield querem renegociar as condições de entrega. A Raízen Energia quer que a atual administração da Tonon, que permaneceria com a Usina Vista Alegre (localizada em Maracaju) após o leilão das duas unidades, fique responsável pela renegociação.
Procurada, a Raízen afirmou, em nota, que "a aquisição do grupo Tonon é um importante passo para a companhia (...). Trata-se de um grupo bastante respeitável e tradicional do setor, com duas unidades estrategicamente localizadas próximas às suas áreas de atuação, que permitirá acesso a mais de 60 hectares de áreas cultiváveis e com expectativa de moer 4,9 milhões de toneladas de cana por ano. Aguardamos agora os trâmites legais para dar continuidade ao processo". 
Os credores da Tonon, que está em recuperação judicial, aceitaram na sexta-feira a proposta de aquisição de duas usinas da empresa, por R$ 823 milhões, feita pela Raízen Energia. As unidades estão em Bocaina e Brotas, em São Paulo. Os credores querem, no entanto, que pré-condições impostas pela Raízen para a conclusão do negócio sejam deixadas de lado. A Raízen tem 21 dias para responder se aceita ou não.
O Valor apurou que uma das pré-condições envolve o repasse aos atuais sócios da Tonon da responsabilidade de renegociar os contratos de fornecimento de biomassa de cana para Rhodia e Brookfield, que administram as unidades de cogeração das usinas negociadas. Os contratos preveem entrega de biomassa em troca de uma parcela da energia cogerada com prazos até 2042.

O Valor apurou que a Tonon não está cumprindo os termos da entrega de biomassa desde o ano passado. Com isso, Rhodia e Brookfield querem renegociar as condições de entrega. A Raízen Energia quer que a atual administração da Tonon, que permaneceria com a Usina Vista Alegre (localizada em Maracaju) após o leilão das duas unidades, fique responsável pela renegociação.
Procurada, a Raízen afirmou, em nota, que "a aquisição do grupo Tonon é um importante passo para a companhia (...). Trata-se de um grupo bastante respeitável e tradicional do setor, com duas unidades estrategicamente localizadas próximas às suas áreas de atuação, que permitirá acesso a mais de 60 hectares de áreas cultiváveis e com expectativa de moer 4,9 milhões de toneladas de cana por ano. Aguardamos agora os trâmites legais para dar continuidade ao processo". 

Fonte: Valor Econômico

Acordo de Tonon e Raízen depende de pré-condições

19/06/2017

Os credores da Tonon, que está em recuperação judicial, aceitaram na sexta-feira a proposta de aquisição de duas usinas da empresa, por R$ 823 milhões, feita pela Raízen Energia. As unidades estão em Bocaina e Brotas, em São Paulo. Os credores querem, no entanto, que pré-condições impostas pela Raízen para a conclusão do negócio sejam deixadas de lado. A Raízen tem 21 dias para responder se aceita ou não.
O Valor apurou que uma das pré-condições envolve o repasse aos atuais sócios da Tonon da responsabilidade de renegociar os contratos de fornecimento de biomassa de cana para Rhodia e Brookfield, que administram as unidades de cogeração das usinas negociadas. Os contratos preveem entrega de biomassa em troca de uma parcela da energia cogerada com prazos até 2042.
O Valor apurou que a Tonon não está cumprindo os termos da entrega de biomassa desde o ano passado. Com isso, Rhodia e Brookfield querem renegociar as condições de entrega. A Raízen Energia quer que a atual administração da Tonon, que permaneceria com a Usina Vista Alegre (localizada em Maracaju) após o leilão das duas unidades, fique responsável pela renegociação.
Procurada, a Raízen afirmou, em nota, que "a aquisição do grupo Tonon é um importante passo para a companhia (...). Trata-se de um grupo bastante respeitável e tradicional do setor, com duas unidades estrategicamente localizadas próximas às suas áreas de atuação, que permitirá acesso a mais de 60 hectares de áreas cultiváveis e com expectativa de moer 4,9 milhões de toneladas de cana por ano. Aguardamos agora os trâmites legais para dar continuidade ao processo". 
Os credores da Tonon, que está em recuperação judicial, aceitaram na sexta-feira a proposta de aquisição de duas usinas da empresa, por R$ 823 milhões, feita pela Raízen Energia. As unidades estão em Bocaina e Brotas, em São Paulo. Os credores querem, no entanto, que pré-condições impostas pela Raízen para a conclusão do negócio sejam deixadas de lado. A Raízen tem 21 dias para responder se aceita ou não.
O Valor apurou que uma das pré-condições envolve o repasse aos atuais sócios da Tonon da responsabilidade de renegociar os contratos de fornecimento de biomassa de cana para Rhodia e Brookfield, que administram as unidades de cogeração das usinas negociadas. Os contratos preveem entrega de biomassa em troca de uma parcela da energia cogerada com prazos até 2042.

O Valor apurou que a Tonon não está cumprindo os termos da entrega de biomassa desde o ano passado. Com isso, Rhodia e Brookfield querem renegociar as condições de entrega. A Raízen Energia quer que a atual administração da Tonon, que permaneceria com a Usina Vista Alegre (localizada em Maracaju) após o leilão das duas unidades, fique responsável pela renegociação.
Procurada, a Raízen afirmou, em nota, que "a aquisição do grupo Tonon é um importante passo para a companhia (...). Trata-se de um grupo bastante respeitável e tradicional do setor, com duas unidades estrategicamente localizadas próximas às suas áreas de atuação, que permitirá acesso a mais de 60 hectares de áreas cultiváveis e com expectativa de moer 4,9 milhões de toneladas de cana por ano. Aguardamos agora os trâmites legais para dar continuidade ao processo".