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Açúcar: Alta do dólar e superávit da oferta mundial pressionam bolsa e preços fecham mistos

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Açúcar

11/05/2018
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O açúcar encerrou a sessão desta quinta-feira (10) na bolsa de Nova York com preços mistos no mercado. Segundo a análise do jornal Valor Econômico de hoje (11), a combinação entre alta do dólar e previsão de superávit na oferta mundial pressionou as cotações. No vencimento julho/18 e outubro/18, a commodity caiu dois pontos, com preços firmados em 11.27 centavos de dólar por libra-peso e 11.67 centavos de dólar por libra-peso, respectivamente.
 
"A moeda americana renovou sua máxima em dois anos ante o real nesta semana, o que impulsiona a oferta do Brasil no mercado internacional em meio a previsões de superávit que chegam a 18 milhões de toneladas em 2017/18. Os ganhos, contudo, são limitados pela previsão de queda na produção brasileira após a alta do petróleo", informou a nota do Valor.
 
Em Londres, o pregão também terminou com preços mistos. No lote agosto/18, os preços do açúcar caíram 50 cents de dólar, negociados em US$ 323,40 a tonelada. Na tela outubro/18, a commodity teve retração de 1,00 dólar, vendida a US$ 318,40 a tonelada. Os demais contratos caíram entre 40 cents e 1,00 dólar e outros subiram 10 cents de dólar cada.
 
Mercado doméstico
 
No mercado interno, o indicador do Cepea/Esalq, da USP para a saca de 50 quilos do tipo cristal fechou em R$ 53,79, retração de 2,13% no comparativo entre os dias.
 
Etanol hidratado
 
O etanol, vendido pelas usinas paulistas e medido pela Esalq/BM&F, teve alta mais uma vez. O biocombustível foi comercializado a R$ 1.584,00, alta de 1,38% em relação aos preços praticados na véspera.

Fonte: UDOP

Açúcar: Alta do dólar e superávit da oferta mundial pressionam bolsa e preços fecham mistos

11/05/2018

O açúcar encerrou a sessão desta quinta-feira (10) na bolsa de Nova York com preços mistos no mercado. Segundo a análise do jornal Valor Econômico de hoje (11), a combinação entre alta do dólar e previsão de superávit na oferta mundial pressionou as cotações. No vencimento julho/18 e outubro/18, a commodity caiu dois pontos, com preços firmados em 11.27 centavos de dólar por libra-peso e 11.67 centavos de dólar por libra-peso, respectivamente.
 
"A moeda americana renovou sua máxima em dois anos ante o real nesta semana, o que impulsiona a oferta do Brasil no mercado internacional em meio a previsões de superávit que chegam a 18 milhões de toneladas em 2017/18. Os ganhos, contudo, são limitados pela previsão de queda na produção brasileira após a alta do petróleo", informou a nota do Valor.
 
Em Londres, o pregão também terminou com preços mistos. No lote agosto/18, os preços do açúcar caíram 50 cents de dólar, negociados em US$ 323,40 a tonelada. Na tela outubro/18, a commodity teve retração de 1,00 dólar, vendida a US$ 318,40 a tonelada. Os demais contratos caíram entre 40 cents e 1,00 dólar e outros subiram 10 cents de dólar cada.
 
Mercado doméstico
 
No mercado interno, o indicador do Cepea/Esalq, da USP para a saca de 50 quilos do tipo cristal fechou em R$ 53,79, retração de 2,13% no comparativo entre os dias.
 
Etanol hidratado
 
O etanol, vendido pelas usinas paulistas e medido pela Esalq/BM&F, teve alta mais uma vez. O biocombustível foi comercializado a R$ 1.584,00, alta de 1,38% em relação aos preços praticados na véspera.