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Agregando valor à agricultura

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Agricultura

24/04/2018
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Por: Fernanda Clariano

Nos últimos anos, o agronegócio brasileiro se destacou em relação aos demais segmentos da economia. Apenas em 2017, o setor cresceu 13%, a maior taxa registrada - com esse crescimento também houve uma maior demanda por inovação.

O mercado de produtos foliares é um mercado que vem crescendo a passos gigantes no Brasil e a Yara está acompanhando este crescimento. A empresa tem operações em mais de 60 países e comercializa produtos para mais de 160 nações. Atualmente o Brasil responde por um quarto do faturamento global do grupo. No ano passado a Yara obteve uma receita de US$ 11,4 bilhões. 

Focada em atender à demanda do mercado de fertilizantes foliares (insumos especiais, com micronutrientes que aumentam a produtividade da lavoura) no Brasil, a multinacional inaugurou no dia 14 de março na cidade de Sumaré, no interior de São Paulo, sua primeira fábrica no país com capacidade para produzir até 20,8 milhões de litros por ano.

Com investimento de R$100 milhões, a nova planta é a única localizada fora da Europa e chega com o propósito de levar ao agricultor produtos de alta tecnologia e performance, além de diminuir a importação de matérias-primas. 

A unidade Yara Vita de Sumaré é a segunda fábrica de fertilizantes foliares e micronutrientes da multinacional no mundo. A escolha por se instalar na cidade não foi por acaso. Um dos motivos foi o fator logístico, já que o município, além de estar localizado no Estado que é o centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, está ligado por meio de rodovias e ferrovias aos principais polos agrícolas e ao Porto de Santos, onde chegam as principais matérias-primas que abastecem a unidade. A localidade da nova unidade também garantirá agilidade na entrega e ganho em escala. Outro fator importante é que dentro desse mesmo complexo está a unidade de mistura de fertilizantes sólidos, inaugurada pela Yara em 2014.

“O mercado de fertilizantes foliares vem crescendo em níveis muito maiores do que o mercado de fertilizantes sólidos e a Yara vem crescendo a passos ainda mais largos neste mercado. Pretendemos nos próximos três anos duplicar a nossa participação no mercado de foliares no Brasil dada a boa aceitação deste produto no mercado”, disse o presidente da Yara Brasil e vice-presidente da Yara Internacional, Lair Hanzen.

A nova planta também terá uma sala de experiência do cliente e uma estufa, nos mesmos moldes do que já são aplicados na fábrica de Yara Vita, em Pocklington, na Inglaterra - onde serão realizadas pesquisas com fertilizantes e demonstrativos de aplicação correta dos produtos. “O foco deste espaço é o compartilhamento de conhecimento, onde teremos a oportunidade de demonstrar aos nossos clientes a aplicação dos nossos produtos e os benefícios das nossas soluções nutricionais nas diferentes culturas, principalmente seus efeitos na produtividade e qualidade, aumentando a rentabilidade do agricultor de forma sustentável. Também teremos um centro de treinamento altamente tecnológico, com materiais interativos e digitais, que poderão capacitar e reciclar os conhecimentos de clientes e consultores”, informou Hanzen.
Segundo a Abisolo (Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal), as vendas de fertilizantes especiais, categoria em que se encontram os produtos da linha YaraVita, devem crescer 10% em 2018 e de acordo com a Anda (Associação Nacional de Difusão de Adubos), o mercado de fertilizantes brasileiro está aquecido, com um crescimento médio de 3% nos últimos anos.

Investimentos no Brasil 
O Brasil, atualmente, é um dos países mais importantes para os negócios da Yara. Com mais de US$ 3 bilhões em investimentos e aquisições em construção e modernização de unidades, a empresa aposta na agricultura brasileira e tem a estratégia de, cada vez mais, aumentar o padrão de qualidade e de eficiência operacional do mercado brasileiro de fertilizantes, que cresce a cada ano. 

A multinacional está investindo R$1,5 bilhão no complexo de Rio Grande, para atender à demanda dos estados da região Sul, além do Mato Grosso do Sul e do Paraguai, nos próximos 25 anos.

“Estamos investindo naquela instalação e também no processo de aquisição dos ativos de nitrogênio da Vale em Cubatão. O Brasil hoje já é o mercado mais importante para a Yara, um terço dos nossos funcionários é brasileiro e mais de um terço das nossas oportunidades também está aqui. É muito importante acompanhar esse crescimento, estou muito impressionado com a posição que conseguimos estabelecer neste país”, ressaltou o   CEO da Yara Internacional, Svein Tore-Holsether.

Outro investimento substancial da Yara no Brasil é o Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre. Com aportes de R$ 2,6 bilhões, por meio de uma joint-venture com a Galvani, o projeto tem como objetivo aumentar a extração do fosfato, reduzindo a dependência de importações, o déficit da balança comercial do setor e colaborando para a geração de emprego e renda para a indústria nacional. Quando estiver em operação plena, o projeto terá capacidade de produção de 1,2 milhão de toneladas anuais de rocha fosfática (concentrado), que será utilizada na produção de fertilizantes. O cronograma prevê que as obras da fase de mineração sejam finalizadas em 2018 e a operação das plantas químicas seja iniciada em 2019. 

Fonte: Revista Canavieiros

Agregando valor à agricultura

24/04/2018


Por: Fernanda Clariano

Nos últimos anos, o agronegócio brasileiro se destacou em relação aos demais segmentos da economia. Apenas em 2017, o setor cresceu 13%, a maior taxa registrada - com esse crescimento também houve uma maior demanda por inovação.

O mercado de produtos foliares é um mercado que vem crescendo a passos gigantes no Brasil e a Yara está acompanhando este crescimento. A empresa tem operações em mais de 60 países e comercializa produtos para mais de 160 nações. Atualmente o Brasil responde por um quarto do faturamento global do grupo. No ano passado a Yara obteve uma receita de US$ 11,4 bilhões. 

Focada em atender à demanda do mercado de fertilizantes foliares (insumos especiais, com micronutrientes que aumentam a produtividade da lavoura) no Brasil, a multinacional inaugurou no dia 14 de março na cidade de Sumaré, no interior de São Paulo, sua primeira fábrica no país com capacidade para produzir até 20,8 milhões de litros por ano.

Com investimento de R$100 milhões, a nova planta é a única localizada fora da Europa e chega com o propósito de levar ao agricultor produtos de alta tecnologia e performance, além de diminuir a importação de matérias-primas. 

A unidade Yara Vita de Sumaré é a segunda fábrica de fertilizantes foliares e micronutrientes da multinacional no mundo. A escolha por se instalar na cidade não foi por acaso. Um dos motivos foi o fator logístico, já que o município, além de estar localizado no Estado que é o centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, está ligado por meio de rodovias e ferrovias aos principais polos agrícolas e ao Porto de Santos, onde chegam as principais matérias-primas que abastecem a unidade. A localidade da nova unidade também garantirá agilidade na entrega e ganho em escala. Outro fator importante é que dentro desse mesmo complexo está a unidade de mistura de fertilizantes sólidos, inaugurada pela Yara em 2014.

“O mercado de fertilizantes foliares vem crescendo em níveis muito maiores do que o mercado de fertilizantes sólidos e a Yara vem crescendo a passos ainda mais largos neste mercado. Pretendemos nos próximos três anos duplicar a nossa participação no mercado de foliares no Brasil dada a boa aceitação deste produto no mercado”, disse o presidente da Yara Brasil e vice-presidente da Yara Internacional, Lair Hanzen.

A nova planta também terá uma sala de experiência do cliente e uma estufa, nos mesmos moldes do que já são aplicados na fábrica de Yara Vita, em Pocklington, na Inglaterra - onde serão realizadas pesquisas com fertilizantes e demonstrativos de aplicação correta dos produtos. “O foco deste espaço é o compartilhamento de conhecimento, onde teremos a oportunidade de demonstrar aos nossos clientes a aplicação dos nossos produtos e os benefícios das nossas soluções nutricionais nas diferentes culturas, principalmente seus efeitos na produtividade e qualidade, aumentando a rentabilidade do agricultor de forma sustentável. Também teremos um centro de treinamento altamente tecnológico, com materiais interativos e digitais, que poderão capacitar e reciclar os conhecimentos de clientes e consultores”, informou Hanzen.
Segundo a Abisolo (Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal), as vendas de fertilizantes especiais, categoria em que se encontram os produtos da linha YaraVita, devem crescer 10% em 2018 e de acordo com a Anda (Associação Nacional de Difusão de Adubos), o mercado de fertilizantes brasileiro está aquecido, com um crescimento médio de 3% nos últimos anos.

Investimentos no Brasil 
O Brasil, atualmente, é um dos países mais importantes para os negócios da Yara. Com mais de US$ 3 bilhões em investimentos e aquisições em construção e modernização de unidades, a empresa aposta na agricultura brasileira e tem a estratégia de, cada vez mais, aumentar o padrão de qualidade e de eficiência operacional do mercado brasileiro de fertilizantes, que cresce a cada ano. 

A multinacional está investindo R$1,5 bilhão no complexo de Rio Grande, para atender à demanda dos estados da região Sul, além do Mato Grosso do Sul e do Paraguai, nos próximos 25 anos.

“Estamos investindo naquela instalação e também no processo de aquisição dos ativos de nitrogênio da Vale em Cubatão. O Brasil hoje já é o mercado mais importante para a Yara, um terço dos nossos funcionários é brasileiro e mais de um terço das nossas oportunidades também está aqui. É muito importante acompanhar esse crescimento, estou muito impressionado com a posição que conseguimos estabelecer neste país”, ressaltou o   CEO da Yara Internacional, Svein Tore-Holsether.

Outro investimento substancial da Yara no Brasil é o Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre. Com aportes de R$ 2,6 bilhões, por meio de uma joint-venture com a Galvani, o projeto tem como objetivo aumentar a extração do fosfato, reduzindo a dependência de importações, o déficit da balança comercial do setor e colaborando para a geração de emprego e renda para a indústria nacional. Quando estiver em operação plena, o projeto terá capacidade de produção de 1,2 milhão de toneladas anuais de rocha fosfática (concentrado), que será utilizada na produção de fertilizantes. O cronograma prevê que as obras da fase de mineração sejam finalizadas em 2018 e a operação das plantas químicas seja iniciada em 2019.