http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.rgis.com.br
http://www.premiomulheresdoagro.com.br/
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/12-grande-encontro-sobre-variedades-de-cana-de-acucar.html
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

AgRural estima que 85% da safra de soja está colhida no Brasil

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Geral

16/04/2018
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Levantamento semanal da consultoria AgRural mostrou que até quinta-feira (12) a colheita da soja no Brasil atingiu 85% da área cultivada. Segundo a empresa, o número representa avanço de 8 pontos em uma semana, está 2 pontos atrás dos 87% registrados no mesmo período do ano passado e supera em um ponto os 84% da média de cinco anos.
 
A AgRural destaca que nesta semana Rondônia entrou na lista dos estados que já encerraram os trabalhos, composta até a semana passada por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
 
No restante do país, a colheita chegou a 50% no Rio Grande do Sul, 70% em Santa Catarina, 93% no Paraná, 97% em Minas Gerais, 99% em Goiás, 65% no Maranhão, 85% no Tocantins, 67% no Piauí, 65% na Bahia e 31% no Pará.
 
Salto gaúcho
Outro destaque da semana relatado pela consultoria é o Rio Grande do Sul, onde a volta do tempo firme fez a colheita saltar 25 pontos em sete dias, reduzindo assim o atraso em relação ao ano passado e à média de cinco anos.
 
A AgRural observa que no Matopiba, região de confluência dos polos agrícolas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o excesso de chuva tornou os trabalhos mais lentos, mas os produtores têm entrado em campo nos intervalos de tempo mais aberto. "No Maranhão e no Piauí, há relatos de lotes pontuais saindo do campo com grãos avariados devido ao excesso de umidade."
 
Milho em alerta
 
Os analistas da Agroconsult alertam para os possíveis impactos do clima nas lavouras de milho de segunda safra. "Após receber boas chuvas em março, parte do Centro-Sul do Brasil vem tendo um começo de abril mais seco."
 
Segundo eles, no oeste paranaense cerca de 20% das lavouras da segunda safra de milho estão pendoando e, depois de uma semana sem receber chuva, os produtores começam a ficar apreensivos, especialmente porque a previsão aponta poucos volumes para o resto do mês.
 
No norte paranaense, o tempo também está mais seco, mas o solo ainda tem umidade e o milho ainda está em fase vegetativa. Em Mato Grosso do Sul e Goiás, maiores volumes de chuva seriam bem-vindos nas áreas que estão em início de fase reprodutiva, dizem os analistas.
 
Em Mato Grosso, a alternância entre noites chuvosas e dias ensolarados tem garantido boas condições de desenvolvimento à safrinha. Nas regiões norte e oeste, as áreas mais adiantadas devem começar a colheita na segunda semana de maio.
 
Milho verão
 
A AgRural calcula que 72% da área de milho verão foi colhida até quinta-feira (12). O número representa avanço de 12 pontos em uma semana, mas ainda está atrás dos 78% do ano passado e dos 75% da média de cinco anos.
 
Os trabalhos estão encerrados em São Paulo e na reta final no Rio Grande do Sul (95%) e no Paraná (92%). Em Minas Gerais, a colheita avançou rápido nesta semana e chegou a 46%, eliminando o atraso em relação ao ano passado e à média de cinco anos. Mas em Goiás, onde apenas 25% da área está colhida, o atraso persiste.

Fonte: Globo Rural

AgRural estima que 85% da safra de soja está colhida no Brasil

16/04/2018

Levantamento semanal da consultoria AgRural mostrou que até quinta-feira (12) a colheita da soja no Brasil atingiu 85% da área cultivada. Segundo a empresa, o número representa avanço de 8 pontos em uma semana, está 2 pontos atrás dos 87% registrados no mesmo período do ano passado e supera em um ponto os 84% da média de cinco anos.
 
A AgRural destaca que nesta semana Rondônia entrou na lista dos estados que já encerraram os trabalhos, composta até a semana passada por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
 
No restante do país, a colheita chegou a 50% no Rio Grande do Sul, 70% em Santa Catarina, 93% no Paraná, 97% em Minas Gerais, 99% em Goiás, 65% no Maranhão, 85% no Tocantins, 67% no Piauí, 65% na Bahia e 31% no Pará.
 
Salto gaúcho
Outro destaque da semana relatado pela consultoria é o Rio Grande do Sul, onde a volta do tempo firme fez a colheita saltar 25 pontos em sete dias, reduzindo assim o atraso em relação ao ano passado e à média de cinco anos.
 
A AgRural observa que no Matopiba, região de confluência dos polos agrícolas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o excesso de chuva tornou os trabalhos mais lentos, mas os produtores têm entrado em campo nos intervalos de tempo mais aberto. "No Maranhão e no Piauí, há relatos de lotes pontuais saindo do campo com grãos avariados devido ao excesso de umidade."
 
Milho em alerta
 
Os analistas da Agroconsult alertam para os possíveis impactos do clima nas lavouras de milho de segunda safra. "Após receber boas chuvas em março, parte do Centro-Sul do Brasil vem tendo um começo de abril mais seco."
 
Segundo eles, no oeste paranaense cerca de 20% das lavouras da segunda safra de milho estão pendoando e, depois de uma semana sem receber chuva, os produtores começam a ficar apreensivos, especialmente porque a previsão aponta poucos volumes para o resto do mês.
 
No norte paranaense, o tempo também está mais seco, mas o solo ainda tem umidade e o milho ainda está em fase vegetativa. Em Mato Grosso do Sul e Goiás, maiores volumes de chuva seriam bem-vindos nas áreas que estão em início de fase reprodutiva, dizem os analistas.
 
Em Mato Grosso, a alternância entre noites chuvosas e dias ensolarados tem garantido boas condições de desenvolvimento à safrinha. Nas regiões norte e oeste, as áreas mais adiantadas devem começar a colheita na segunda semana de maio.
 
Milho verão
 
A AgRural calcula que 72% da área de milho verão foi colhida até quinta-feira (12). O número representa avanço de 12 pontos em uma semana, mas ainda está atrás dos 78% do ano passado e dos 75% da média de cinco anos.
 
Os trabalhos estão encerrados em São Paulo e na reta final no Rio Grande do Sul (95%) e no Paraná (92%). Em Minas Gerais, a colheita avançou rápido nesta semana e chegou a 46%, eliminando o atraso em relação ao ano passado e à média de cinco anos. Mas em Goiás, onde apenas 25% da área está colhida, o atraso persiste.