http://www.premiomulheresdoagro.com.br/
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.rgis.com.br
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/12-grande-encontro-sobre-variedades-de-cana-de-acucar.html
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

Arnaldo Jardim e o Setor

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Agronegócio

26/09/2018
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Arnaldo Jardim e o Setor


Em sua época como deputado estadual você também enfrentou um grande desafio, que foi a pressão pelo fim da colheita mecanizada. Conte um pouco sobre esse período.

Arnaldo Jardim: Havia muita pressão de vários setores da sociedade, dentre eles o Ministério Público, que exigia o fim imediato dessa prática. Sabendo do desastre que isso poderia significar, e me atento aqui somente à questão do desemprego repentino sem a implementação de um plano de reinserção no mercado de trabalho que tal medida geraria, conseguimos mudar a opinião de diversos atores, a de que deveria acontecer um processo de transição, e então aprovamos a legislação que estabeleceu a redução gradual do corte manual.
 
Falando em produtividade, quando foi secretário você esteve muito próximo dos institutos estaduais de pesquisa que trabalharam ativamente com os produtores nessa questão. Você já havia desenvolvido algum trabalho parecido nos tempos de deputado estadual?


Arnaldo Jardim: Com certeza. Inclusive nessa época fiz minha ação que considero mais emblemática, que foi um esforço muito grande para que o Estado de São Paulo fosse protagonista, através da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), no desenvolvimento dos sistemas de injeção de carburação que foram a base para a viabilização industrial do carro flex.

Fonte: Revista Canavieiros

Arnaldo Jardim e o Setor

26/09/2018

Arnaldo Jardim e o Setor


Em sua época como deputado estadual você também enfrentou um grande desafio, que foi a pressão pelo fim da colheita mecanizada. Conte um pouco sobre esse período.

Arnaldo Jardim: Havia muita pressão de vários setores da sociedade, dentre eles o Ministério Público, que exigia o fim imediato dessa prática. Sabendo do desastre que isso poderia significar, e me atento aqui somente à questão do desemprego repentino sem a implementação de um plano de reinserção no mercado de trabalho que tal medida geraria, conseguimos mudar a opinião de diversos atores, a de que deveria acontecer um processo de transição, e então aprovamos a legislação que estabeleceu a redução gradual do corte manual.
 
Falando em produtividade, quando foi secretário você esteve muito próximo dos institutos estaduais de pesquisa que trabalharam ativamente com os produtores nessa questão. Você já havia desenvolvido algum trabalho parecido nos tempos de deputado estadual?


Arnaldo Jardim: Com certeza. Inclusive nessa época fiz minha ação que considero mais emblemática, que foi um esforço muito grande para que o Estado de São Paulo fosse protagonista, através da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), no desenvolvimento dos sistemas de injeção de carburação que foram a base para a viabilização industrial do carro flex.