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Arteris paga ágio de 438% por rodovia em SP

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26/04/2017
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Considerada uma candidata natural na disputa pela Rodovias dos Calçados, que corta o centro do Estado de São Paulo ligando Paraná e Minas Gerais, a Arteris surpreendeu pela disposição em vencer. A companhia controlada pela espanhola Abertis e a canadense Brookfields apresentou ágio de 438,7% sobre a primeira parcela da outorga, paga no ato da assinatura do contrato de concessão. A única concorrente da Arteris no leilão de ontem, realizado na B3, foi a EcoRodovias, com ágio de 222%. A outorga da rodovia foi fixada em R$ 450 milhões, dividida em duas parcelas. O ágio é contabilizado sobre a primeira parcela, de R$ 225,48 milhões. A Arteris terá de pagar, então, R$ 1,214 bilhão ao governo paulista provavelmente ainda neste semestre, quando assinar o contrato.
A vencedora já era considerada uma candidata natural porque uma parte do trecho de rodovias que compõem o lote dos Calçados já está sob sua administração. O contrato da concessão com a Autovias, controlada pela Arteris, vence em 2018 e esse trecho será então incorporado à concessão leiloada ontem. É quando isso ocorrer que a empresa deverá desembolsar os outros R$ 225,48 milhões da segunda parcela da outorga. Além da outorga, a vencedora terá de arcar com investimentos de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3,25 bilhões nos primeiros dez anos de concessão ¬ de um total de 30 anos. Para o mercado, o interesse da Arteris não gerou surpresa, mas o nível de agressividade, sim. O presidente do grupo, David Díaz, disse que o valor ofertado não é tão expressivo quando comparado com o investimento total que deverá ser feito na concessão, em conversa com jornalistas após a sessão de abertura das propostas. Além disso, lembrou que a empresa vê "sinergias importantes" na área do interior do Estado, onde já opera outras três concessões rodoviárias. Para fazer frente a esse compromisso, a Arteris conta tanto com apoio financeiro dos acionistas quanto com financiamento. Díaz disse ainda que vê potencial de crescimento na região e na economia do país. "[Trata¬se de] uma região bem diversificada, com componente agrícola e industrial", afirmou, acrescentando esperar que a própria duplicação gere uma indução de tráfego. Já a EcoRodovias protagonizou sua segunda tentativa de disputar um ativo rodoviário no Estado, mas perdeu para um proponente com postura mais agressiva. Em março, ficou atrás do Pátria e, agora, perdeu para a Arteris. A estratégia, no entanto, não foi mal recebida pelo mercado, que entende que os lances menos ousados da companhia refletem seu atual compromisso com uma "disciplina de capital". As ações da companhia subiram 0,97% no pregão de ontem, a R$ 9,33. Uma das favoritas para disputar ativos no mercado, a CCR também ficou de fora desse leilão. Em nota, a empresa disse que essa decisão não afeta a "disposição" de fazer novos investimentos, e reflete uma análise detalhada das condições oferecidas. A CCR avaliou que o projeto não apresenta viabilidade econômico¬financeira compatível com suas premissas de disciplina de capital. Com o sucesso dos leilões de rodovias estaduais, o governador Geraldo Alckmin pretende acelerar os próximos projetos. Há um total de R$ 17,5 bilhões em investimentos em estudo, segundo ele. "O Estado deixa de ser provedor de tudo para ter papel regulador e fiscalizador através da nossa agência." Esse valor, no entanto, não considera o próximo ativo a ter edital lançado, o trecho Norte do Rodoanel. Segundo a subsecretária de Parcerias e Inovação da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo, Karla Bertocco, o objetivo é colocar o edital na rua já em julho, o que permitira que o leilão ocorresse ainda este ano. Como há necessidade de passar pelo processo de audiência pública, no entanto, esse prazo pode ser estendido. Karla ainda admitiu que o número de participantes nesse leilão ficou abaixo da expectativa inicial ¬ segundo ela, ao menos dois outros grupos já tinham o aval de seus respectivos conselhos de administração e terminaram por não entrar na disputa. A subsecretária do governo ponderou, no entanto, que, além do ágio elevado, a concessão conta com os investimentos a serem realizados e com uma redução de 20% nos valores de pedágio praticados atualmente no trecho que já está sob administração da Arteris, pela concessionária Autovias. O lote das Rodovias dos Calçados passa por 35 municípios e envolve trechos de dez rodovias, entre as cidades de Itaporanga e Franca. São 720 quilômetros de rodovias concedidos. Do investimento inicial a ser feito, cerca de R$ 1 bilhão será destinado às principais obras de ampliação da malha rodoviária. Outros R$ 2,4 bilhões são referentes a restauração e conservação e uma parcela será aplicada em equipamentos e sistemas. (Colaborou Camila Maia)
Por Victória Mantoan
Considerada uma candidata natural na disputa pela Rodovias dos Calçados, que corta o centro do Estado de São Paulo ligando Paraná e Minas Gerais, a Arteris surpreendeu pela disposição em vencer. A companhia controlada pela espanhola Abertis e a canadense Brookfields apresentou ágio de 438,7% sobre a primeira parcela da outorga, paga no ato da assinatura do contrato de concessão. A única concorrente da Arteris no leilão de ontem, realizado na B3, foi a EcoRodovias, com ágio de 222%. A outorga da rodovia foi fixada em R$ 450 milhões, dividida em duas parcelas. O ágio é contabilizado sobre a primeira parcela, de R$ 225,48 milhões. A Arteris terá de pagar, então, R$ 1,214 bilhão ao governo paulista provavelmente ainda neste semestre, quando assinar o contrato.
A vencedora já era considerada uma candidata natural porque uma parte do trecho de rodovias que compõem o lote dos Calçados já está sob sua administração. O contrato da concessão com a Autovias, controlada pela Arteris, vence em 2018 e esse trecho será então incorporado à concessão leiloada ontem. É quando isso ocorrer que a empresa deverá desembolsar os outros R$ 225,48 milhões da segunda parcela da outorga. Além da outorga, a vencedora terá de arcar com investimentos de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3,25 bilhões nos primeiros dez anos de concessão ¬ de um total de 30 anos. Para o mercado, o interesse da Arteris não gerou surpresa, mas o nível de agressividade, sim. O presidente do grupo, David Díaz, disse que o valor ofertado não é tão expressivo quando comparado com o investimento total que deverá ser feito na concessão, em conversa com jornalistas após a sessão de abertura das propostas. Além disso, lembrou que a empresa vê "sinergias importantes" na área do interior do Estado, onde já opera outras três concessões rodoviárias. Para fazer frente a esse compromisso, a Arteris conta tanto com apoio financeiro dos acionistas quanto com financiamento. Díaz disse ainda que vê potencial de crescimento na região e na economia do país. "[Trata¬se de] uma região bem diversificada, com componente agrícola e industrial", afirmou, acrescentando esperar que a própria duplicação gere uma indução de tráfego. Já a EcoRodovias protagonizou sua segunda tentativa de disputar um ativo rodoviário no Estado, mas perdeu para um proponente com postura mais agressiva. Em março, ficou atrás do Pátria e, agora, perdeu para a Arteris. A estratégia, no entanto, não foi mal recebida pelo mercado, que entende que os lances menos ousados da companhia refletem seu atual compromisso com uma "disciplina de capital". As ações da companhia subiram 0,97% no pregão de ontem, a R$ 9,33. Uma das favoritas para disputar ativos no mercado, a CCR também ficou de fora desse leilão. Em nota, a empresa disse que essa decisão não afeta a "disposição" de fazer novos investimentos, e reflete uma análise detalhada das condições oferecidas. A CCR avaliou que o projeto não apresenta viabilidade econômico¬financeira compatível com suas premissas de disciplina de capital. Com o sucesso dos leilões de rodovias estaduais, o governador Geraldo Alckmin pretende acelerar os próximos projetos. Há um total de R$ 17,5 bilhões em investimentos em estudo, segundo ele. "O Estado deixa de ser provedor de tudo para ter papel regulador e fiscalizador através da nossa agência." Esse valor, no entanto, não considera o próximo ativo a ter edital lançado, o trecho Norte do Rodoanel. Segundo a subsecretária de Parcerias e Inovação da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo, Karla Bertocco, o objetivo é colocar o edital na rua já em julho, o que permitira que o leilão ocorresse ainda este ano. Como há necessidade de passar pelo processo de audiência pública, no entanto, esse prazo pode ser estendido. Karla ainda admitiu que o número de participantes nesse leilão ficou abaixo da expectativa inicial ¬ segundo ela, ao menos dois outros grupos já tinham o aval de seus respectivos conselhos de administração e terminaram por não entrar na disputa. A subsecretária do governo ponderou, no entanto, que, além do ágio elevado, a concessão conta com os investimentos a serem realizados e com uma redução de 20% nos valores de pedágio praticados atualmente no trecho que já está sob administração da Arteris, pela concessionária Autovias. O lote das Rodovias dos Calçados passa por 35 municípios e envolve trechos de dez rodovias, entre as cidades de Itaporanga e Franca. São 720 quilômetros de rodovias concedidos. Do investimento inicial a ser feito, cerca de R$ 1 bilhão será destinado às principais obras de ampliação da malha rodoviária. Outros R$ 2,4 bilhões são referentes a restauração e conservação e uma parcela será aplicada em equipamentos e sistemas. (Colaborou Camila Maia)
Por Victória Mantoan

Fonte: Valor

Arteris paga ágio de 438% por rodovia em SP

26/04/2017

Considerada uma candidata natural na disputa pela Rodovias dos Calçados, que corta o centro do Estado de São Paulo ligando Paraná e Minas Gerais, a Arteris surpreendeu pela disposição em vencer. A companhia controlada pela espanhola Abertis e a canadense Brookfields apresentou ágio de 438,7% sobre a primeira parcela da outorga, paga no ato da assinatura do contrato de concessão. A única concorrente da Arteris no leilão de ontem, realizado na B3, foi a EcoRodovias, com ágio de 222%. A outorga da rodovia foi fixada em R$ 450 milhões, dividida em duas parcelas. O ágio é contabilizado sobre a primeira parcela, de R$ 225,48 milhões. A Arteris terá de pagar, então, R$ 1,214 bilhão ao governo paulista provavelmente ainda neste semestre, quando assinar o contrato.
A vencedora já era considerada uma candidata natural porque uma parte do trecho de rodovias que compõem o lote dos Calçados já está sob sua administração. O contrato da concessão com a Autovias, controlada pela Arteris, vence em 2018 e esse trecho será então incorporado à concessão leiloada ontem. É quando isso ocorrer que a empresa deverá desembolsar os outros R$ 225,48 milhões da segunda parcela da outorga. Além da outorga, a vencedora terá de arcar com investimentos de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3,25 bilhões nos primeiros dez anos de concessão ¬ de um total de 30 anos. Para o mercado, o interesse da Arteris não gerou surpresa, mas o nível de agressividade, sim. O presidente do grupo, David Díaz, disse que o valor ofertado não é tão expressivo quando comparado com o investimento total que deverá ser feito na concessão, em conversa com jornalistas após a sessão de abertura das propostas. Além disso, lembrou que a empresa vê "sinergias importantes" na área do interior do Estado, onde já opera outras três concessões rodoviárias. Para fazer frente a esse compromisso, a Arteris conta tanto com apoio financeiro dos acionistas quanto com financiamento. Díaz disse ainda que vê potencial de crescimento na região e na economia do país. "[Trata¬se de] uma região bem diversificada, com componente agrícola e industrial", afirmou, acrescentando esperar que a própria duplicação gere uma indução de tráfego. Já a EcoRodovias protagonizou sua segunda tentativa de disputar um ativo rodoviário no Estado, mas perdeu para um proponente com postura mais agressiva. Em março, ficou atrás do Pátria e, agora, perdeu para a Arteris. A estratégia, no entanto, não foi mal recebida pelo mercado, que entende que os lances menos ousados da companhia refletem seu atual compromisso com uma "disciplina de capital". As ações da companhia subiram 0,97% no pregão de ontem, a R$ 9,33. Uma das favoritas para disputar ativos no mercado, a CCR também ficou de fora desse leilão. Em nota, a empresa disse que essa decisão não afeta a "disposição" de fazer novos investimentos, e reflete uma análise detalhada das condições oferecidas. A CCR avaliou que o projeto não apresenta viabilidade econômico¬financeira compatível com suas premissas de disciplina de capital. Com o sucesso dos leilões de rodovias estaduais, o governador Geraldo Alckmin pretende acelerar os próximos projetos. Há um total de R$ 17,5 bilhões em investimentos em estudo, segundo ele. "O Estado deixa de ser provedor de tudo para ter papel regulador e fiscalizador através da nossa agência." Esse valor, no entanto, não considera o próximo ativo a ter edital lançado, o trecho Norte do Rodoanel. Segundo a subsecretária de Parcerias e Inovação da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo, Karla Bertocco, o objetivo é colocar o edital na rua já em julho, o que permitira que o leilão ocorresse ainda este ano. Como há necessidade de passar pelo processo de audiência pública, no entanto, esse prazo pode ser estendido. Karla ainda admitiu que o número de participantes nesse leilão ficou abaixo da expectativa inicial ¬ segundo ela, ao menos dois outros grupos já tinham o aval de seus respectivos conselhos de administração e terminaram por não entrar na disputa. A subsecretária do governo ponderou, no entanto, que, além do ágio elevado, a concessão conta com os investimentos a serem realizados e com uma redução de 20% nos valores de pedágio praticados atualmente no trecho que já está sob administração da Arteris, pela concessionária Autovias. O lote das Rodovias dos Calçados passa por 35 municípios e envolve trechos de dez rodovias, entre as cidades de Itaporanga e Franca. São 720 quilômetros de rodovias concedidos. Do investimento inicial a ser feito, cerca de R$ 1 bilhão será destinado às principais obras de ampliação da malha rodoviária. Outros R$ 2,4 bilhões são referentes a restauração e conservação e uma parcela será aplicada em equipamentos e sistemas. (Colaborou Camila Maia)
Por Victória Mantoan
Considerada uma candidata natural na disputa pela Rodovias dos Calçados, que corta o centro do Estado de São Paulo ligando Paraná e Minas Gerais, a Arteris surpreendeu pela disposição em vencer. A companhia controlada pela espanhola Abertis e a canadense Brookfields apresentou ágio de 438,7% sobre a primeira parcela da outorga, paga no ato da assinatura do contrato de concessão. A única concorrente da Arteris no leilão de ontem, realizado na B3, foi a EcoRodovias, com ágio de 222%. A outorga da rodovia foi fixada em R$ 450 milhões, dividida em duas parcelas. O ágio é contabilizado sobre a primeira parcela, de R$ 225,48 milhões. A Arteris terá de pagar, então, R$ 1,214 bilhão ao governo paulista provavelmente ainda neste semestre, quando assinar o contrato.
A vencedora já era considerada uma candidata natural porque uma parte do trecho de rodovias que compõem o lote dos Calçados já está sob sua administração. O contrato da concessão com a Autovias, controlada pela Arteris, vence em 2018 e esse trecho será então incorporado à concessão leiloada ontem. É quando isso ocorrer que a empresa deverá desembolsar os outros R$ 225,48 milhões da segunda parcela da outorga. Além da outorga, a vencedora terá de arcar com investimentos de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3,25 bilhões nos primeiros dez anos de concessão ¬ de um total de 30 anos. Para o mercado, o interesse da Arteris não gerou surpresa, mas o nível de agressividade, sim. O presidente do grupo, David Díaz, disse que o valor ofertado não é tão expressivo quando comparado com o investimento total que deverá ser feito na concessão, em conversa com jornalistas após a sessão de abertura das propostas. Além disso, lembrou que a empresa vê "sinergias importantes" na área do interior do Estado, onde já opera outras três concessões rodoviárias. Para fazer frente a esse compromisso, a Arteris conta tanto com apoio financeiro dos acionistas quanto com financiamento. Díaz disse ainda que vê potencial de crescimento na região e na economia do país. "[Trata¬se de] uma região bem diversificada, com componente agrícola e industrial", afirmou, acrescentando esperar que a própria duplicação gere uma indução de tráfego. Já a EcoRodovias protagonizou sua segunda tentativa de disputar um ativo rodoviário no Estado, mas perdeu para um proponente com postura mais agressiva. Em março, ficou atrás do Pátria e, agora, perdeu para a Arteris. A estratégia, no entanto, não foi mal recebida pelo mercado, que entende que os lances menos ousados da companhia refletem seu atual compromisso com uma "disciplina de capital". As ações da companhia subiram 0,97% no pregão de ontem, a R$ 9,33. Uma das favoritas para disputar ativos no mercado, a CCR também ficou de fora desse leilão. Em nota, a empresa disse que essa decisão não afeta a "disposição" de fazer novos investimentos, e reflete uma análise detalhada das condições oferecidas. A CCR avaliou que o projeto não apresenta viabilidade econômico¬financeira compatível com suas premissas de disciplina de capital. Com o sucesso dos leilões de rodovias estaduais, o governador Geraldo Alckmin pretende acelerar os próximos projetos. Há um total de R$ 17,5 bilhões em investimentos em estudo, segundo ele. "O Estado deixa de ser provedor de tudo para ter papel regulador e fiscalizador através da nossa agência." Esse valor, no entanto, não considera o próximo ativo a ter edital lançado, o trecho Norte do Rodoanel. Segundo a subsecretária de Parcerias e Inovação da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo, Karla Bertocco, o objetivo é colocar o edital na rua já em julho, o que permitira que o leilão ocorresse ainda este ano. Como há necessidade de passar pelo processo de audiência pública, no entanto, esse prazo pode ser estendido. Karla ainda admitiu que o número de participantes nesse leilão ficou abaixo da expectativa inicial ¬ segundo ela, ao menos dois outros grupos já tinham o aval de seus respectivos conselhos de administração e terminaram por não entrar na disputa. A subsecretária do governo ponderou, no entanto, que, além do ágio elevado, a concessão conta com os investimentos a serem realizados e com uma redução de 20% nos valores de pedágio praticados atualmente no trecho que já está sob administração da Arteris, pela concessionária Autovias. O lote das Rodovias dos Calçados passa por 35 municípios e envolve trechos de dez rodovias, entre as cidades de Itaporanga e Franca. São 720 quilômetros de rodovias concedidos. Do investimento inicial a ser feito, cerca de R$ 1 bilhão será destinado às principais obras de ampliação da malha rodoviária. Outros R$ 2,4 bilhões são referentes a restauração e conservação e uma parcela será aplicada em equipamentos e sistemas. (Colaborou Camila Maia)
Por Victória Mantoan