http://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/17-produtividade-e-reducao-de-custos-2018.html
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.rossam.com.br/index.html

Bioeletricidade brasileira equivale a 2x o consumo paraguaio

Voltar

Energia

15/10/2018
  Compartilhe:

A bioeletricidade produzida no brasil poderia abastecer dois países do porte do Paraguai, segundo informações divulgadas pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA). Isso porque, um novo levantamento da UNICA mostrou que o país comercializou 20.488 GWh em bioeletricidade no Sistema Interligado Nacional (SIN), de janeiro a setembro deste ano, o que equivale a quase duas vezes o consumo de energia elétrica no Paraguai em 2017. 

De acordo com a UNICA, os dados se basearam em informações que foram divulgadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e indicaram também que houve um aumento de 9% em relação a essa produção no mesmo período do ano passado. Segundo o gerente em Bioeletricidade da UNICA, Zilmar Souza, o setor sucroenergético tem uma participação de 85% nesse setor, que já economizou 14% da água dos reservatórios hidrelétricos no Sudeste/Centro-Oeste. 

"Na primeira semana de outubro, estes reservatórios estavam com apenas 22% de sua capacidade. Isso dá uma dimensão de como a energia da biomassa tem sido estratégica justamente no período mais seco e crítico do ano para o setor elétrico", comenta. 

A bioeletricidade oriunda da biomassa ofertada para a rede representou 7,1% do consumo nacional de energia elétrica em setembro, o que equivale a 28% do volume gerado pelo Estado de São Paulo. Nesse cenário, a energia armazenada nos reservatórios do submercado Sudeste/Centro-Oeste fechou em 21,52%. 

A UNICA criou o programa "Cenários de demanda e oferta do setor elétrico brasileiro” para debater a conjuntura da eletricidade brasileira aliada ao setor sucroenergético. O programa possui o apoio da Associação da Indústria de Cogeração de Energia (COGEN), da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), da Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABIOGÁS), e da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL).

Fonte: Agrolink

Bioeletricidade brasileira equivale a 2x o consumo paraguaio

15/10/2018

A bioeletricidade produzida no brasil poderia abastecer dois países do porte do Paraguai, segundo informações divulgadas pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA). Isso porque, um novo levantamento da UNICA mostrou que o país comercializou 20.488 GWh em bioeletricidade no Sistema Interligado Nacional (SIN), de janeiro a setembro deste ano, o que equivale a quase duas vezes o consumo de energia elétrica no Paraguai em 2017. 

De acordo com a UNICA, os dados se basearam em informações que foram divulgadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e indicaram também que houve um aumento de 9% em relação a essa produção no mesmo período do ano passado. Segundo o gerente em Bioeletricidade da UNICA, Zilmar Souza, o setor sucroenergético tem uma participação de 85% nesse setor, que já economizou 14% da água dos reservatórios hidrelétricos no Sudeste/Centro-Oeste. 

"Na primeira semana de outubro, estes reservatórios estavam com apenas 22% de sua capacidade. Isso dá uma dimensão de como a energia da biomassa tem sido estratégica justamente no período mais seco e crítico do ano para o setor elétrico", comenta. 

A bioeletricidade oriunda da biomassa ofertada para a rede representou 7,1% do consumo nacional de energia elétrica em setembro, o que equivale a 28% do volume gerado pelo Estado de São Paulo. Nesse cenário, a energia armazenada nos reservatórios do submercado Sudeste/Centro-Oeste fechou em 21,52%. 

A UNICA criou o programa "Cenários de demanda e oferta do setor elétrico brasileiro” para debater a conjuntura da eletricidade brasileira aliada ao setor sucroenergético. O programa possui o apoio da Associação da Indústria de Cogeração de Energia (COGEN), da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), da Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABIOGÁS), e da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL).