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Brasil é o 3º maior exportador agrícola

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Agricultura

20/09/2018
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Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgados no início da semana, mostraram que o Brasil se tornou o terceiro maior exportador agrícola do mundo, terminando o ano de 2016 com 5,7% do mercado global. Nesse cenário, o País ficou atrás apenas dos Estados Unidos com 11% e da Europa, com 41%. 

De acordo com a FAO, todos os países emergentes cresceram no ranking, sendo que representavam apenas 9,4% do mercado agrícola global no ano 2000, contra 20,1% em 2015. Além disso, dos dez melhores colocados no levantamento, quatro estão com a economia em desenvolvimento, com China, Indonésia e Índia se juntando ao Brasil como os principais responsáveis por essa expansão. 

No início do século o País era superado também por Canadá e Austrália, que somavam 3,2% do mercado e tendo disputado posição com a China, ambos com 3%. Outro dado interessante foi o valor adicionado por trabalhador, que dobrou entre 2000 e 2015, passando de US$ 4,5 mil no início do século para US$ 11,1 mil quinze anos depois.

No entanto, a organização indicou que as mudanças climáticas podem prejudicar essa expansão para os próximos anos. Segundo a FAO, as vendas externas do Brasil devem sofrer uma contração significativa até o ano de 2050, já que o mundo terá que dobrar a sua produção agrícola nos próximos 30 anos. 

O maior problema ocorrerá em alguns países, como o Brasil, isso porque a FAO informou que “as mudanças climáticas vão afetar a agricultura global de forma desigual, melhorando as condições de produção em alguns locais. Mas afetando outros e criando ‘vencedores’ e ‘perdedores’”. Os países de baixas latitudes devem ser os mais afetados e regiões com clima temperado devem ser beneficiadas com o aumento da temperatura.
 

Fonte: Agrolink

Brasil é o 3º maior exportador agrícola

20/09/2018

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgados no início da semana, mostraram que o Brasil se tornou o terceiro maior exportador agrícola do mundo, terminando o ano de 2016 com 5,7% do mercado global. Nesse cenário, o País ficou atrás apenas dos Estados Unidos com 11% e da Europa, com 41%. 

De acordo com a FAO, todos os países emergentes cresceram no ranking, sendo que representavam apenas 9,4% do mercado agrícola global no ano 2000, contra 20,1% em 2015. Além disso, dos dez melhores colocados no levantamento, quatro estão com a economia em desenvolvimento, com China, Indonésia e Índia se juntando ao Brasil como os principais responsáveis por essa expansão. 

No início do século o País era superado também por Canadá e Austrália, que somavam 3,2% do mercado e tendo disputado posição com a China, ambos com 3%. Outro dado interessante foi o valor adicionado por trabalhador, que dobrou entre 2000 e 2015, passando de US$ 4,5 mil no início do século para US$ 11,1 mil quinze anos depois.

No entanto, a organização indicou que as mudanças climáticas podem prejudicar essa expansão para os próximos anos. Segundo a FAO, as vendas externas do Brasil devem sofrer uma contração significativa até o ano de 2050, já que o mundo terá que dobrar a sua produção agrícola nos próximos 30 anos. 

O maior problema ocorrerá em alguns países, como o Brasil, isso porque a FAO informou que “as mudanças climáticas vão afetar a agricultura global de forma desigual, melhorando as condições de produção em alguns locais. Mas afetando outros e criando ‘vencedores’ e ‘perdedores’”. Os países de baixas latitudes devem ser os mais afetados e regiões com clima temperado devem ser beneficiadas com o aumento da temperatura.