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CBOT: Mercado de grãos deve abrir sem direção definida

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Agricultura

14/03/2018

Os futuros de grãos devem começar o dia sem uma tendência definida nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). A soja continua fortalecida pela expectativa de que as próximas chuvas previstas para a Argentina podem ser insuficientes para sanar o déficit hídrico das lavouras. Os modelos climáticos analisados pela consultoria ARC Mercosul apontam para precipitações mais expressivas sobre o país vizinho nos próximos 10 dias. Os totais pluviométricos estimados a partir da próxima sexta-feira (16) devem se intensificar sobre as partes do leste e nordeste do país.
 
Ao mesmo tempo, traders estão atentos a uma possível retaliação da China à decisão dos Estados Unidos de taxar importações de aço e alumínio. "Não tem absolutamente nada definido no que tange à retaliação por parte da China que possa afetar o mercado de soja. Mas a China não tem muita alternativa, pois não consegue originar toda a soja que precisa do Brasil. Não conseguiria simplesmente deixar de comprar dos EUA", afirma a analista da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi. Contudo, há especulações de que os chineses estariam comprando mais soja americana para formar estoques antes de impor barreiras à oleaginosa do país.
 
No trigo, a tendência é negativa apesar do clima seco no sul das Grandes Planícies dos Estados Unidos. Segundo a empresa de meteorologia DTN, o potencial produtivo das lavouras da região pode diminuir caso não chova nas próximas semanas. Projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre amplos estoques no país ainda pesam sobre os negócios.
 
O milho sente efeitos positivos vindos da soja e, em parte, do petróleo que se fortaleceu com notícias sobre queda na produção do combustível divulgadas há pouco pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A elevação aumenta a competitividade do etanol produzido a partir do cereal nos Estados Unidos. Do outro lado, pressões negativas vêm do mercado de trigo.
 
No overnight, o vencimento maio da soja ganhou 2,50 cents (0,24%), a US$ 10,5125 por bushel. O milho para maio ficou estável, a US$ 3,9175 por bushel. Enquanto igual vencimento do trigo perdeu 1,75 cent (0,36%), a US$ 4,8475 por bushel. (Nayara Figueiredo, nayara.figueiredo@estadao.com - com informações da Dow Jones Newswires).
 
Com informações da Dow Jones Newswires

Fonte: Broadcast Agro

CBOT: Mercado de grãos deve abrir sem direção definida

14/03/2018

Os futuros de grãos devem começar o dia sem uma tendência definida nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). A soja continua fortalecida pela expectativa de que as próximas chuvas previstas para a Argentina podem ser insuficientes para sanar o déficit hídrico das lavouras. Os modelos climáticos analisados pela consultoria ARC Mercosul apontam para precipitações mais expressivas sobre o país vizinho nos próximos 10 dias. Os totais pluviométricos estimados a partir da próxima sexta-feira (16) devem se intensificar sobre as partes do leste e nordeste do país.
 
Ao mesmo tempo, traders estão atentos a uma possível retaliação da China à decisão dos Estados Unidos de taxar importações de aço e alumínio. "Não tem absolutamente nada definido no que tange à retaliação por parte da China que possa afetar o mercado de soja. Mas a China não tem muita alternativa, pois não consegue originar toda a soja que precisa do Brasil. Não conseguiria simplesmente deixar de comprar dos EUA", afirma a analista da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi. Contudo, há especulações de que os chineses estariam comprando mais soja americana para formar estoques antes de impor barreiras à oleaginosa do país.
 
No trigo, a tendência é negativa apesar do clima seco no sul das Grandes Planícies dos Estados Unidos. Segundo a empresa de meteorologia DTN, o potencial produtivo das lavouras da região pode diminuir caso não chova nas próximas semanas. Projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre amplos estoques no país ainda pesam sobre os negócios.
 
O milho sente efeitos positivos vindos da soja e, em parte, do petróleo que se fortaleceu com notícias sobre queda na produção do combustível divulgadas há pouco pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A elevação aumenta a competitividade do etanol produzido a partir do cereal nos Estados Unidos. Do outro lado, pressões negativas vêm do mercado de trigo.
 
No overnight, o vencimento maio da soja ganhou 2,50 cents (0,24%), a US$ 10,5125 por bushel. O milho para maio ficou estável, a US$ 3,9175 por bushel. Enquanto igual vencimento do trigo perdeu 1,75 cent (0,36%), a US$ 4,8475 por bushel. (Nayara Figueiredo, nayara.figueiredo@estadao.com - com informações da Dow Jones Newswires).
 
Com informações da Dow Jones Newswires