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Com foco na Argentina, mercado da soja em Chicago tem nova sessão de altas nesta 4ª

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Agronegócio

06/12/2017

Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago na sessão desta quarta-feira (6), após três sessões positivas consecutivas. As cotações subiam, por volta da 7h50 (horário de Brasília), pouco mais de 3 pontos. Com isso, o janeiro/18 valia US$ 10,12 e o maio/18, referência para a safra brasileira, era negociado a US$ 10,34 por bushel. 
Segue o foco dos traders sobre o clima na América do Sul e das preocupações com a Argentina, principalmente. O tempo permanece seco em importantes regiões produtoras do país e as previsões climáticas seguem mostrando que essas são condições que devem permanecer pelos próximos 10 dias ao menos. 
O cenário já traz os primeiros reflexos do La Niña, que começa a se instalar com mais força na América do Sul, ameaçando o potencial da nova safra de soja em partes do Brasil e da Argentina. Além disso, as altas temperaturas agravam o quadro e aumentam as preocupações. 
"São esperadas chuvas para o final desta semana na Argentina, porém, em baixos volumes e ainda muito espalhadas", diz a consultoria internacional CHS Hedging. "Assim, os traders continuam discutindo sobre esse clima e a possibilidade de produtividades argentinas menores", completa. 
Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago na sessão desta quarta-feira (6), após três sessões positivas consecutivas. As cotações subiam, por volta da 7h50 (horário de Brasília), pouco mais de 3 pontos. Com isso, o janeiro/18 valia US$ 10,12 e o maio/18, referência para a safra brasileira, era negociado a US$ 10,34 por bushel. 
Segue o foco dos traders sobre o clima na América do Sul e das preocupações com a Argentina, principalmente. O tempo permanece seco em importantes regiões produtoras do país e as previsões climáticas seguem mostrando que essas são condições que devem permanecer pelos próximos 10 dias ao menos. 
O cenário já traz os primeiros reflexos do La Niña, que começa a se instalar com mais força na América do Sul, ameaçando o potencial da nova safra de soja em partes do Brasil e da Argentina. Além disso, as altas temperaturas agravam o quadro e aumentam as preocupações. 
"São esperadas chuvas para o final desta semana na Argentina, porém, em baixos volumes e ainda muito espalhadas", diz a consultoria internacional CHS Hedging. "Assim, os traders continuam discutindo sobre esse clima e a possibilidade de produtividades argentinas menores", completa. 

Fonte: Notícias Agrícolas

Com foco na Argentina, mercado da soja em Chicago tem nova sessão de altas nesta 4ª

06/12/2017

Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago na sessão desta quarta-feira (6), após três sessões positivas consecutivas. As cotações subiam, por volta da 7h50 (horário de Brasília), pouco mais de 3 pontos. Com isso, o janeiro/18 valia US$ 10,12 e o maio/18, referência para a safra brasileira, era negociado a US$ 10,34 por bushel. 
Segue o foco dos traders sobre o clima na América do Sul e das preocupações com a Argentina, principalmente. O tempo permanece seco em importantes regiões produtoras do país e as previsões climáticas seguem mostrando que essas são condições que devem permanecer pelos próximos 10 dias ao menos. 
O cenário já traz os primeiros reflexos do La Niña, que começa a se instalar com mais força na América do Sul, ameaçando o potencial da nova safra de soja em partes do Brasil e da Argentina. Além disso, as altas temperaturas agravam o quadro e aumentam as preocupações. 
"São esperadas chuvas para o final desta semana na Argentina, porém, em baixos volumes e ainda muito espalhadas", diz a consultoria internacional CHS Hedging. "Assim, os traders continuam discutindo sobre esse clima e a possibilidade de produtividades argentinas menores", completa. 
Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago na sessão desta quarta-feira (6), após três sessões positivas consecutivas. As cotações subiam, por volta da 7h50 (horário de Brasília), pouco mais de 3 pontos. Com isso, o janeiro/18 valia US$ 10,12 e o maio/18, referência para a safra brasileira, era negociado a US$ 10,34 por bushel. 
Segue o foco dos traders sobre o clima na América do Sul e das preocupações com a Argentina, principalmente. O tempo permanece seco em importantes regiões produtoras do país e as previsões climáticas seguem mostrando que essas são condições que devem permanecer pelos próximos 10 dias ao menos. 
O cenário já traz os primeiros reflexos do La Niña, que começa a se instalar com mais força na América do Sul, ameaçando o potencial da nova safra de soja em partes do Brasil e da Argentina. Além disso, as altas temperaturas agravam o quadro e aumentam as preocupações. 
"São esperadas chuvas para o final desta semana na Argentina, porém, em baixos volumes e ainda muito espalhadas", diz a consultoria internacional CHS Hedging. "Assim, os traders continuam discutindo sobre esse clima e a possibilidade de produtividades argentinas menores", completa.