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Como as plantas sentem o mundo

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Meio Ambiente

26/01/2018

Um reduzido grupo de proteína chave interatua entre si para estabelecer a forma em que as plantas mostram sensibilidade ante o mundo, segundo o mapa que as descreve. As plantas carecem de olhos e ouvidos, mas ainda assim podem ver, ouvir, cheirar e responder a sinais e perigos ambientais, especialmente aos patógenos virulentos. Elas fazem isso com a ajuda de centenas de proteínas de membrana que podem detectar micróbios ou outras tensões.

Somente uma pequena porção destas proteínas sensíveis foram estudadas através da classe genética e o conhecimento sobre como funcionam estes sensores formando complexos entre si é escasso. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores criou o primeiro mapa de rede para 200 destas proteínas. O mapa mostra como umas poucas proteínas chave atuam como nós mestres críticos para a integridade da rede e o mapa também revela interações desconhecidas.

“Este é um trabalho pioneiro para identificar a primeira capa de interações entre essas proteínas”, disse em um comunicado Shahid Mukhtar, professor assistente de biologia na Universidade do Alabama em Birmingham, participante do estudo. “A compreensão destas interações poderia conduzir a formar de aumentar a resistência de uma planta a patógenos ou outras tensões como o calor, a seca, a salinidade e o choque de frio. Isso também pode proporcionar um roteiro para estudos futuro de cientistas em todo o mundo”, acrescentou Mukhtar.

A equipe internacional, como sede na Europa, Canadá e Estados Unidos, foi dirigada por Youssef Belkhadir do Instituto Gregor Mendel de Biologia Vegetal Molecular, com sede em Viena, na Áustria. O estudo foi publicada pela revista Nature.

Fonte: Agrolink

Como as plantas sentem o mundo

26/01/2018

Um reduzido grupo de proteína chave interatua entre si para estabelecer a forma em que as plantas mostram sensibilidade ante o mundo, segundo o mapa que as descreve. As plantas carecem de olhos e ouvidos, mas ainda assim podem ver, ouvir, cheirar e responder a sinais e perigos ambientais, especialmente aos patógenos virulentos. Elas fazem isso com a ajuda de centenas de proteínas de membrana que podem detectar micróbios ou outras tensões.

Somente uma pequena porção destas proteínas sensíveis foram estudadas através da classe genética e o conhecimento sobre como funcionam estes sensores formando complexos entre si é escasso. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores criou o primeiro mapa de rede para 200 destas proteínas. O mapa mostra como umas poucas proteínas chave atuam como nós mestres críticos para a integridade da rede e o mapa também revela interações desconhecidas.

“Este é um trabalho pioneiro para identificar a primeira capa de interações entre essas proteínas”, disse em um comunicado Shahid Mukhtar, professor assistente de biologia na Universidade do Alabama em Birmingham, participante do estudo. “A compreensão destas interações poderia conduzir a formar de aumentar a resistência de uma planta a patógenos ou outras tensões como o calor, a seca, a salinidade e o choque de frio. Isso também pode proporcionar um roteiro para estudos futuro de cientistas em todo o mundo”, acrescentou Mukhtar.

A equipe internacional, como sede na Europa, Canadá e Estados Unidos, foi dirigada por Youssef Belkhadir do Instituto Gregor Mendel de Biologia Vegetal Molecular, com sede em Viena, na Áustria. O estudo foi publicada pela revista Nature.