http://www.rossam.com.br/index.html
http:// http://bit.ly/2C9S3Bp
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://bit.ly/2C9S3Bp
http://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

Compromisso com o setor agropecuário: uma prestação de contas

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Agronegócio

02/01/2019
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“O ano de 2018 foi muito especial. Um ano de mudança”. Assim o deputado federal Arnaldo Jardim classificou este ano, repleto de novidades, alterações de comportamento e oportunidades que virão!

O parlamentar ocupou o cargo de secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo até março, quando reassumiu seu mandato em Brasília, retomando seu trabalho parlamentar interrompido quando, a convite do governador Geraldo Alckmin, aceitou o desafio de comandar ações no Estado para o fortalecimento do setor agropecuário paulista.

Em outubro deste ano, Arnaldo Jardim enfrentou umas das eleições mais acirradas, mas conseguiu renovar seu mandato para mais quatro anos, resultado de muito trabalho e confiança.

Aqui, o parlamentar comenta sua experiência à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e sua responsabilidade por ser uma das principais referências do setor agropecuário no Congresso Nacional.
 
Arnaldo Jardim, como o senhor avalia o ano de 2018?
Este ano foi muito especial. Foi um período de mudança. Depois de três anos à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, conseguimos importantes conquistas para o setor no Estado e no País, reassumi o meu mandato e concorri a minha quarta eleição para deputado federal. Um ano de muitas realizações, oportunidades de realizar obras nos municípios e de melhorar a vida das pessoas.
 
Como o senhor avalia sua gestão à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento?
Foi um momento muito especial para mim, um engenheiro civil comandar a agricultura. Foi muito desafiador como dirigente público, ter oportunidades de conhecer detalhadamente o setor e vibrar com a inovação e produtividade. Tive a alegria de coordenar um trabalho que teve quatro diretrizes: o produtor rural é capaz de produzir de forma sustentável.
Diminuímos a distância entre a extensão rural e o produtor rural, apoiando e fortalecendo o cooperativismo. Fortalecendo o apoio à pesquisa e a inovação tecnológica no campo, por meio de parcerias. Instituindo as Câmaras Setoriais para promover o diálogo entre todos os elos do setor produtivo e incentivando os pesquisadores da Apta (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), e dos NITs (Institutos de pesquisa paulistas com a criação dos Núcleos de Inovação Tecnológica).
Por fim, e não menos importante, mostramos que é possível produzir alimentos com saudabilidade. Nós não abolimos os agroquímicos, pelo contrário. Propormos que seja feita uma capacitação para a aplicação do uso racional desse defensivo. Ao mesmo tempo, desenvolvemos novas técnicas de controle biológico. Ampliamos a biotecnologia na produção, no uso e na disseminação de produtos de origem orgânica.
Aproveito para agradecer o empenho dos servidores da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, da Cati - Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, da Codeagro - Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios, da CDA - Coordenadoria de Defesa Agropecuária, da Codasp - Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo e de cada um dos nossos Institutos de pesquisa! Foram fundamentais para o nosso sucesso!
No setor da cana, destaco especialmente a evolução do Sistema de Mudas Pré-Brotadas além da pesquisa por novos cultivares. De uma forma geral, o esforço pela implantação da ILPF (Integração Lavoura Pecuária Floresta).
 
O senhor sempre deixou claro a sua vontade de continuar trabalhando pelo setor. Qual tem sido o trabalho nesse sentido? 
Logo que reassumi o meu mandato como deputado federal integrei a Frente Parlamentar da Agropecuária, da qual tenho participado ativamente debatendo questões e propondo medidas para fortalecer esse setor, que em tempos de recessão econômica vem “salvando a lavoura”. Além disso, assumi o cargo de coordenador da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, com a missão de implantar o RenovaBio, além de outras políticas públicas para fortalecer nossa matriz de energia limpa e renovável, apoiada da agro energia.
Reafirmo ainda o meu compromisso de criar instrumentos econômicos para a preservação ambiental, seja por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos, cuja lei é de minha autoria, seja pelo debate de novas políticas públicas para o setor.
 
O senhor foi conduzido para mais um mandato como deputado federal. Qual será o principal desafio dessa sua gestão?
2018 foi muito especial. Consegui me reeleger para o meu quarto mandato como deputado federal e estou feliz e confiante de que vou desenvolver esta função, com responsabilidade, sendo ficha limpa. Ao mesmo tempo, festejo o fato de que a população está mais exigente por mudanças, os resultados desta eleição mostraram isso. Mudança é bom e vou buscar incorporar esse desejo da sociedade na minha atividade parlamentar, reforçando o meu compromisso de continuar trabalhando para o desenvolvimento dos nossos municípios e do nosso País.
 
O senhor foi responsável pela inclusão dos carros movidos a etanol no Rota 2030. Quais os benefícios que esse novo regime tributário poderá trazer?
Em dezembro, o presidente Michel Temer sancionou o Rota 2030, um novo regime tributário para as montadoras de veículos no Brasil com a contrapartida de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias.

A Medida Provisória 843 originais abrangia apenas os veículos movidos a combustíveis fósseis, elétricos e os chamados híbridos, mas graças a uma emenda de minha autoria, o Rota 2030 trará benefícios também aos veículos movidos a álcool, que terão redução de 3% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Com a inclusão dos veículos movidos a álcool, o novo regime estimulará e viabilizará a inovação tecnológica do setor automobilístico, tratando de forma igual os veículos que virão: os movidos a combustíveis fósseis, gasolina, em seus diferentes formatos, mas garantindo igual compreensão aos que vêm animados pelo nosso etanol, combustível verde e amarelo e renovável. A extensão dos benefícios para o carro etanol/elétrico poderá ser paradigma e referência para todo o planeta, na medida em que avançam as inovações do motor flex.

Quais foram suas principais ações em 2018 para fomentar a inovação tecnológica e científica no setor agropecuário?
O Estado de São Paulo é o grande centro tecnológico agropecuário do Brasil, reunindo importantes instituições de pesquisa e de fomento às inovações. O Instituto Agronômico (IAC), por exemplo, foi a primeira grande instituição de pesquisa do País, fundada por Dom Pedro II em Campinas, e continua a contribuindo no desenvolvimento de milhares de cultivares produtivas e eficientes.
Acredito que a pesquisa é o melhor caminho para continuarmos avançando em boas práticas e tecnologias que garantam produtividade e qualidade ao setor. Durante minha gestão como secretário de Agricultura e Abastecimento, instituímos os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT”s) por meio da Lei de Inovação Paulista, para facilitar a parceria entre os investidores, pesquisadores e institutos de pesquisa agropecuária. Além de incentivar a produção de conhecimento que possa ser aplicado de forma mais efetiva pelas empresas, os NITs também propiciam ao pesquisador maior participação nos resultados de suas descobertas.
Na Câmara Federal, lutamos para destinar recursos à rede estadual de pesquisa agropecuária, por meio de uma Emenda Parlamentar que destinava inicialmente R$ 7 milhões às unidades paulistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e aos seis institutos de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), esta última ligada à Secretaria.
Em negociações com a coordenação da bancada paulista na Câmara dos Deputados, conseguimos ampliar este recurso para R$ 21.955.677,00 que estão agora aprovados!
Incluídos no orçamento de 2019. É uma vitória extraordinária. Mais um passo para fortalecer o dinamismo e a produção intelectual, a inovação tecnológica permanente, as novas formas de parceria e o patrimônio da pesquisa agropecuária, que nos trazem imenso orgulho.

Fonte: Assessoria de Imprensa do deputado Arnaldo Jardim

Compromisso com o setor agropecuário: uma prestação de contas

02/01/2019

“O ano de 2018 foi muito especial. Um ano de mudança”. Assim o deputado federal Arnaldo Jardim classificou este ano, repleto de novidades, alterações de comportamento e oportunidades que virão!

O parlamentar ocupou o cargo de secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo até março, quando reassumiu seu mandato em Brasília, retomando seu trabalho parlamentar interrompido quando, a convite do governador Geraldo Alckmin, aceitou o desafio de comandar ações no Estado para o fortalecimento do setor agropecuário paulista.

Em outubro deste ano, Arnaldo Jardim enfrentou umas das eleições mais acirradas, mas conseguiu renovar seu mandato para mais quatro anos, resultado de muito trabalho e confiança.

Aqui, o parlamentar comenta sua experiência à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e sua responsabilidade por ser uma das principais referências do setor agropecuário no Congresso Nacional.
 
Arnaldo Jardim, como o senhor avalia o ano de 2018?
Este ano foi muito especial. Foi um período de mudança. Depois de três anos à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, conseguimos importantes conquistas para o setor no Estado e no País, reassumi o meu mandato e concorri a minha quarta eleição para deputado federal. Um ano de muitas realizações, oportunidades de realizar obras nos municípios e de melhorar a vida das pessoas.
 
Como o senhor avalia sua gestão à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento?
Foi um momento muito especial para mim, um engenheiro civil comandar a agricultura. Foi muito desafiador como dirigente público, ter oportunidades de conhecer detalhadamente o setor e vibrar com a inovação e produtividade. Tive a alegria de coordenar um trabalho que teve quatro diretrizes: o produtor rural é capaz de produzir de forma sustentável.
Diminuímos a distância entre a extensão rural e o produtor rural, apoiando e fortalecendo o cooperativismo. Fortalecendo o apoio à pesquisa e a inovação tecnológica no campo, por meio de parcerias. Instituindo as Câmaras Setoriais para promover o diálogo entre todos os elos do setor produtivo e incentivando os pesquisadores da Apta (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), e dos NITs (Institutos de pesquisa paulistas com a criação dos Núcleos de Inovação Tecnológica).
Por fim, e não menos importante, mostramos que é possível produzir alimentos com saudabilidade. Nós não abolimos os agroquímicos, pelo contrário. Propormos que seja feita uma capacitação para a aplicação do uso racional desse defensivo. Ao mesmo tempo, desenvolvemos novas técnicas de controle biológico. Ampliamos a biotecnologia na produção, no uso e na disseminação de produtos de origem orgânica.
Aproveito para agradecer o empenho dos servidores da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, da Cati - Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, da Codeagro - Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios, da CDA - Coordenadoria de Defesa Agropecuária, da Codasp - Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo e de cada um dos nossos Institutos de pesquisa! Foram fundamentais para o nosso sucesso!
No setor da cana, destaco especialmente a evolução do Sistema de Mudas Pré-Brotadas além da pesquisa por novos cultivares. De uma forma geral, o esforço pela implantação da ILPF (Integração Lavoura Pecuária Floresta).
 
O senhor sempre deixou claro a sua vontade de continuar trabalhando pelo setor. Qual tem sido o trabalho nesse sentido? 
Logo que reassumi o meu mandato como deputado federal integrei a Frente Parlamentar da Agropecuária, da qual tenho participado ativamente debatendo questões e propondo medidas para fortalecer esse setor, que em tempos de recessão econômica vem “salvando a lavoura”. Além disso, assumi o cargo de coordenador da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, com a missão de implantar o RenovaBio, além de outras políticas públicas para fortalecer nossa matriz de energia limpa e renovável, apoiada da agro energia.
Reafirmo ainda o meu compromisso de criar instrumentos econômicos para a preservação ambiental, seja por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos, cuja lei é de minha autoria, seja pelo debate de novas políticas públicas para o setor.
 
O senhor foi conduzido para mais um mandato como deputado federal. Qual será o principal desafio dessa sua gestão?
2018 foi muito especial. Consegui me reeleger para o meu quarto mandato como deputado federal e estou feliz e confiante de que vou desenvolver esta função, com responsabilidade, sendo ficha limpa. Ao mesmo tempo, festejo o fato de que a população está mais exigente por mudanças, os resultados desta eleição mostraram isso. Mudança é bom e vou buscar incorporar esse desejo da sociedade na minha atividade parlamentar, reforçando o meu compromisso de continuar trabalhando para o desenvolvimento dos nossos municípios e do nosso País.
 
O senhor foi responsável pela inclusão dos carros movidos a etanol no Rota 2030. Quais os benefícios que esse novo regime tributário poderá trazer?
Em dezembro, o presidente Michel Temer sancionou o Rota 2030, um novo regime tributário para as montadoras de veículos no Brasil com a contrapartida de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias.

A Medida Provisória 843 originais abrangia apenas os veículos movidos a combustíveis fósseis, elétricos e os chamados híbridos, mas graças a uma emenda de minha autoria, o Rota 2030 trará benefícios também aos veículos movidos a álcool, que terão redução de 3% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Com a inclusão dos veículos movidos a álcool, o novo regime estimulará e viabilizará a inovação tecnológica do setor automobilístico, tratando de forma igual os veículos que virão: os movidos a combustíveis fósseis, gasolina, em seus diferentes formatos, mas garantindo igual compreensão aos que vêm animados pelo nosso etanol, combustível verde e amarelo e renovável. A extensão dos benefícios para o carro etanol/elétrico poderá ser paradigma e referência para todo o planeta, na medida em que avançam as inovações do motor flex.

Quais foram suas principais ações em 2018 para fomentar a inovação tecnológica e científica no setor agropecuário?
O Estado de São Paulo é o grande centro tecnológico agropecuário do Brasil, reunindo importantes instituições de pesquisa e de fomento às inovações. O Instituto Agronômico (IAC), por exemplo, foi a primeira grande instituição de pesquisa do País, fundada por Dom Pedro II em Campinas, e continua a contribuindo no desenvolvimento de milhares de cultivares produtivas e eficientes.
Acredito que a pesquisa é o melhor caminho para continuarmos avançando em boas práticas e tecnologias que garantam produtividade e qualidade ao setor. Durante minha gestão como secretário de Agricultura e Abastecimento, instituímos os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT”s) por meio da Lei de Inovação Paulista, para facilitar a parceria entre os investidores, pesquisadores e institutos de pesquisa agropecuária. Além de incentivar a produção de conhecimento que possa ser aplicado de forma mais efetiva pelas empresas, os NITs também propiciam ao pesquisador maior participação nos resultados de suas descobertas.
Na Câmara Federal, lutamos para destinar recursos à rede estadual de pesquisa agropecuária, por meio de uma Emenda Parlamentar que destinava inicialmente R$ 7 milhões às unidades paulistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e aos seis institutos de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), esta última ligada à Secretaria.
Em negociações com a coordenação da bancada paulista na Câmara dos Deputados, conseguimos ampliar este recurso para R$ 21.955.677,00 que estão agora aprovados!
Incluídos no orçamento de 2019. É uma vitória extraordinária. Mais um passo para fortalecer o dinamismo e a produção intelectual, a inovação tecnológica permanente, as novas formas de parceria e o patrimônio da pesquisa agropecuária, que nos trazem imenso orgulho.