http:// http://bit.ly/2C9S3Bp
http://www.rossam.com.br/index.html
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/21-seminario-de-mecanizacao-e-producao-de-cana-de-acucar.html
http://crisrodas.com.br/encontro
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Demanda por etanol de milho deve saltar em mais 70% em Mato Grosso

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Etanol

11/02/2019
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Foram cerca de 1,5 milhões de toneladas de milho destinado à produção de etanol em Mato Grosso, no ano passado. O estado registrou um aumento bastante significativo da demanda local desde que a transformação do cereal em etanol passou a ganhar força.
Com cinco usinas já instaladas, três em fase de instalação e mais sete em processo de planejamento e licenciamento, a previsão é de que, em 2019, o volume de milho destinado à produção do biocombustível salte para a casa das 2,6 milhões de toneladas, ou seja um aumento de mais de 70%, comparado ao ano anterior.
O milho é plantado após a retirada da soja das lavouras de Mato Grosso. Mas as preocupações quanto aos tributos colocam em alerta as indústrias que dependem do grão. Com a inclusão do milho entre os produtos tributados pelo Fundo de Transporte e Habitação (Fethab), o presidente executivo da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Ricardo Tomczyk, acredita que poderá desestimular muitos produtores, o que pode resultar na diminuição da oferta do grão.
Na prática, o produtor terá que pagar R$ 8,33 por tonelada que for vendida para fora do estado e para outros países, o que equivale a R$ 0,50 por saca do cereal. O dirigente explica que, de médio a longo prazo, o tributo pode afetar a expansão da indústria.
De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a previsão é de Mato Grosso produza nesta safra 28,78 milhões de toneladas do grão.

Fonte: Canal Rural

Demanda por etanol de milho deve saltar em mais 70% em Mato Grosso

11/02/2019

Foram cerca de 1,5 milhões de toneladas de milho destinado à produção de etanol em Mato Grosso, no ano passado. O estado registrou um aumento bastante significativo da demanda local desde que a transformação do cereal em etanol passou a ganhar força.
Com cinco usinas já instaladas, três em fase de instalação e mais sete em processo de planejamento e licenciamento, a previsão é de que, em 2019, o volume de milho destinado à produção do biocombustível salte para a casa das 2,6 milhões de toneladas, ou seja um aumento de mais de 70%, comparado ao ano anterior.
O milho é plantado após a retirada da soja das lavouras de Mato Grosso. Mas as preocupações quanto aos tributos colocam em alerta as indústrias que dependem do grão. Com a inclusão do milho entre os produtos tributados pelo Fundo de Transporte e Habitação (Fethab), o presidente executivo da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Ricardo Tomczyk, acredita que poderá desestimular muitos produtores, o que pode resultar na diminuição da oferta do grão.
Na prática, o produtor terá que pagar R$ 8,33 por tonelada que for vendida para fora do estado e para outros países, o que equivale a R$ 0,50 por saca do cereal. O dirigente explica que, de médio a longo prazo, o tributo pode afetar a expansão da indústria.
De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a previsão é de Mato Grosso produza nesta safra 28,78 milhões de toneladas do grão.