http://www.globalagribusinessforum.com/pt-br/
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
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Emissões evitadas pelo etanol nos flex equivalem ao plantio de bilhões de árvores

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Etanol

21/12/2017

Emissões evitadas pelo etanol nos flex nos últimos quatorze anos (março de 2003 a outubro de 2017), a utilização do biocombustível na frota flex evitou a emissão de mais de 437 milhões de toneladas de gás carbônico, o chamado dióxido de carbono (CO2), um dos principais causadores do aquecimento global e, consequentemente, das mudanças climáticas.

Segundo metodologia de cálculo adotada pela Fundação SOS Mata Atlântica para estimar a absorção de gás carbônico por árvores nativas por meio da fotossíntese (mais detalhes em www.etanolverde.com.br), são necessárias 7,14 árvores para cada tonelada de carbono. Portanto, seria preciso plantar e manter, ao longo de 20 anos, mais de 3 bilhões dessas árvores para se atingir a mesma redução de CO2.

Segundo o consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc, essa comparação é apenas um exemplo ilustrativo da magnitude dessa mitigação. “Certamente a comparação não propõe a substituição do plantio de árvores, que, além da captação do CO2, tem outros benefícios importantes, mas dá uma ideia do esforço, além da área que seria necessária”, afirma.

Outra forma de entender a importância da “descarbonização” proporcionada pelo uso biocombustível sucroenergético em carros flex no Brasil, seja na forma de anidro (misturado em até 25% até 2015 à gasolina comum e depois em 27%) ou hidratado (direto na bomba), é a comparação com a redução que seria necessária para zerar a soma das emissões de quatro grandes nações sul-americanas ou de países industrializados em 2016.

“A frota flex brasileira deixou de emitir uma quantidade de CO2 maior do que foi lançado em conjunto por Argentina (209 milhões de toneladas - Mt), Chile (87 Mt), Colômbia (85 Mt) e Equador (40 MT). O mesmo pode ser dito sobre a emissão individual ocorrida no ano passado por potências europeias como Itália (359 Mt.), França (344 Mt) e Espanha (261 Mt)”, afirma o especialista. Estes e outros dados sobre os fluxos de carbono resultantes de atividades humanas e processos naturais estão disponíveis no site do Global Carbon Atlas – www.globalcarbonatlas.org –, uma plataforma online de consulta, lançada em 2013, com a participação de cientistas de diversos centros de pesquisa ao redor do mundo.

Frota flex

No Brasil, existem mais de 27 milhões de veículos flex, cerca de 73% da frota de carros leves em circulação. Há anos, 90% dos carros de passeio licenciados no País são equipados com tecnologia para rodar com etanol, gasolina ou a mistura de ambos em qualquer proporção. São 19 montadoras produzindo carros flex no Brasil: Audi, BMW, Mercedes-Benz, GM, Fiat, Volkswagen, Ford, Hyundai, Citroën, Honda, Kia, Toyota, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault, JAC, Jeep e Chery.


Fonte: UNICA

Emissões evitadas pelo etanol nos flex equivalem ao plantio de bilhões de árvores

21/12/2017

Emissões evitadas pelo etanol nos flex nos últimos quatorze anos (março de 2003 a outubro de 2017), a utilização do biocombustível na frota flex evitou a emissão de mais de 437 milhões de toneladas de gás carbônico, o chamado dióxido de carbono (CO2), um dos principais causadores do aquecimento global e, consequentemente, das mudanças climáticas.

Segundo metodologia de cálculo adotada pela Fundação SOS Mata Atlântica para estimar a absorção de gás carbônico por árvores nativas por meio da fotossíntese (mais detalhes em www.etanolverde.com.br), são necessárias 7,14 árvores para cada tonelada de carbono. Portanto, seria preciso plantar e manter, ao longo de 20 anos, mais de 3 bilhões dessas árvores para se atingir a mesma redução de CO2.

Segundo o consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc, essa comparação é apenas um exemplo ilustrativo da magnitude dessa mitigação. “Certamente a comparação não propõe a substituição do plantio de árvores, que, além da captação do CO2, tem outros benefícios importantes, mas dá uma ideia do esforço, além da área que seria necessária”, afirma.

Outra forma de entender a importância da “descarbonização” proporcionada pelo uso biocombustível sucroenergético em carros flex no Brasil, seja na forma de anidro (misturado em até 25% até 2015 à gasolina comum e depois em 27%) ou hidratado (direto na bomba), é a comparação com a redução que seria necessária para zerar a soma das emissões de quatro grandes nações sul-americanas ou de países industrializados em 2016.

“A frota flex brasileira deixou de emitir uma quantidade de CO2 maior do que foi lançado em conjunto por Argentina (209 milhões de toneladas - Mt), Chile (87 Mt), Colômbia (85 Mt) e Equador (40 MT). O mesmo pode ser dito sobre a emissão individual ocorrida no ano passado por potências europeias como Itália (359 Mt.), França (344 Mt) e Espanha (261 Mt)”, afirma o especialista. Estes e outros dados sobre os fluxos de carbono resultantes de atividades humanas e processos naturais estão disponíveis no site do Global Carbon Atlas – www.globalcarbonatlas.org –, uma plataforma online de consulta, lançada em 2013, com a participação de cientistas de diversos centros de pesquisa ao redor do mundo.

Frota flex

No Brasil, existem mais de 27 milhões de veículos flex, cerca de 73% da frota de carros leves em circulação. Há anos, 90% dos carros de passeio licenciados no País são equipados com tecnologia para rodar com etanol, gasolina ou a mistura de ambos em qualquer proporção. São 19 montadoras produzindo carros flex no Brasil: Audi, BMW, Mercedes-Benz, GM, Fiat, Volkswagen, Ford, Hyundai, Citroën, Honda, Kia, Toyota, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault, JAC, Jeep e Chery.