http://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/17-produtividade-e-reducao-de-custos-2018.html
http://www.rossam.com.br/index.html

Exportação de soja do Brasil cresce em outubro e atinge recorde para o mês

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Geral

05/11/2018
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As exportações de soja do Brasil cresceram em outubro tanto na comparação mensal quanto na anual, a um recorde para o mês, mostraram dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgados nesta quinta-feira, com o apetite da China pela commodity mantendo fortes os embarques do maior exportador global da oleaginosa.
 
Foram enviados ao exterior 5,3 milhões de toneladas de soja em outubro. O volume é 16 por cento maior ante o registrado em setembro e mais de duas vezes superior ao observado em igual momento de 2017.
 
Com isso, as exportações brasileiras de soja acumularam nos 10 primeiros meses de 2018 cerca de 74,5 milhões de toneladas, já bem perto da estimativa de 77 milhões de toneladas feita pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) para o ano todo.
 
A própria entidade, em entrevista recente à Reuters, disse que os embarques de soja do Brasil devem ultrapassar o inicialmente esperado para 2018.
 
Historicamente, as vendas da commodity pelo Brasil vão se enfraquecendo ao longo do segundo semestre, dado o fim da colheita e a concorrência com o produto dos Estados Unidos.
 
Neste ano, contudo, o Brasil dispõe de ampla oferta de soja, após uma colheita recorde de cerca de 120 milhões de toneladas, e também viu a demanda chinesa disparar em razão da disputa comercial com os Estados Unidos, que levou Pequim a aplicar uma taxa sobre as importações de soja norte-americana.
 
Pelos dados mais recentes da aduana chinesa, revelados também nesta quinta-feira, as compras de soja do Brasil pelo gigante asiático aumentaram 28 por cento em setembro.
 
Segundo o governo brasileiro, as exportações de soja em outubro geraram receita de 2,1 bilhões de dólares, com um preço médio de 393,8 dólares por tonelada, ante 1,8 bilhão de dólares e 397,2 dólares, respectivamente, em setembro.
 
Há um ano, o faturamento foi de 939,5 milhões de dólares e o valor médio por tonelada, de 377,8 dólares.

Fonte: Reuters

Exportação de soja do Brasil cresce em outubro e atinge recorde para o mês

05/11/2018

As exportações de soja do Brasil cresceram em outubro tanto na comparação mensal quanto na anual, a um recorde para o mês, mostraram dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgados nesta quinta-feira, com o apetite da China pela commodity mantendo fortes os embarques do maior exportador global da oleaginosa.
 
Foram enviados ao exterior 5,3 milhões de toneladas de soja em outubro. O volume é 16 por cento maior ante o registrado em setembro e mais de duas vezes superior ao observado em igual momento de 2017.
 
Com isso, as exportações brasileiras de soja acumularam nos 10 primeiros meses de 2018 cerca de 74,5 milhões de toneladas, já bem perto da estimativa de 77 milhões de toneladas feita pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) para o ano todo.
 
A própria entidade, em entrevista recente à Reuters, disse que os embarques de soja do Brasil devem ultrapassar o inicialmente esperado para 2018.
 
Historicamente, as vendas da commodity pelo Brasil vão se enfraquecendo ao longo do segundo semestre, dado o fim da colheita e a concorrência com o produto dos Estados Unidos.
 
Neste ano, contudo, o Brasil dispõe de ampla oferta de soja, após uma colheita recorde de cerca de 120 milhões de toneladas, e também viu a demanda chinesa disparar em razão da disputa comercial com os Estados Unidos, que levou Pequim a aplicar uma taxa sobre as importações de soja norte-americana.
 
Pelos dados mais recentes da aduana chinesa, revelados também nesta quinta-feira, as compras de soja do Brasil pelo gigante asiático aumentaram 28 por cento em setembro.
 
Segundo o governo brasileiro, as exportações de soja em outubro geraram receita de 2,1 bilhões de dólares, com um preço médio de 393,8 dólares por tonelada, ante 1,8 bilhão de dólares e 397,2 dólares, respectivamente, em setembro.
 
Há um ano, o faturamento foi de 939,5 milhões de dólares e o valor médio por tonelada, de 377,8 dólares.