http://www.fenasucro.com.br/Expor/Quero-Expor/Beneficios/?utm_source=mediapartner&utm_campaign=vendas&utm_medium=banner&utm_content=canavieiros_vendas&utm_term=761x73_201803271729&preload[13935947]=mediapartner
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/2-inovacana.html
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://bit.ly/2ktdMMm
http://www.globalagribusinessforum.com/pt-br/
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

FAO defende bioeconomia mundial inclusiva

Voltar

Agricultura

27/04/2018

A bioeconomia pode ser de grande ajuda nos esforços frente aos problemas mundiais como a fome, a pobreza e a mudança climática “se ela for feita por e para os agricultores familiares”, assegurou hoje a diretora-geral adjunta da FAO para Clima e Recurso Naturais, Maria Helena Semedo, ao intervir na Cúpula Mundial de Bioeconomia que se realizou em Berlim.

Uma bieconomia sustentável, segundo Semedo, “se baseia antes de tudo na natureza e as pessoas que cuidam e produzem biomassa”. Isso significa os agricultores familiares, os habitantes das florestas e os pescadores, que a sua vez são “possuidores de valorosos conhecimento sobre como gerir os recursos naturais de forma sustentável”.

“Juntos, aproveitemos o desenvolvimento de uma bioeconomia sustentável para todos e não deixemos a ninguém marginalizado”, disse Semedo, destacando em como os estados-membros da FAO e outros sócios nos setores convencionais da bioeconomia: agricultura, silvicultura e pesca, mas também tecnologias relevantes como a biotecnologia e a tecnologia da informação a serviço dos serviços agrícolas.

A bioeconomia alude a uma economia que usa biomassa no lugar de recursos fósseis para produzir alimentos e bens não alimentares, como bioplásticos e produtos farmacêuticos. Semedo explicou que a inovação desempenha um papel chave nos setores “bio”, pelo que devemos assegurar de que todo o conhecimento – tradicional e novo – se compartilha e respalda por igual.

Os estudos mais recentes mostram que ao redor de 815 milhões de pessoas no mundo ainda padecem de subalimentação crônica, mas produzindo-se alimentos suficientes para as necessidades do planeta, o problema pode ser a falta de acesso. “A bioeconomia pode melhor o acesso aos alimentos, por exemplo, mediante as rendas adicionais derivadas da venda de produtos biológicos”, indicou Semedo.

Fonte: Agrolink

FAO defende bioeconomia mundial inclusiva

27/04/2018

A bioeconomia pode ser de grande ajuda nos esforços frente aos problemas mundiais como a fome, a pobreza e a mudança climática “se ela for feita por e para os agricultores familiares”, assegurou hoje a diretora-geral adjunta da FAO para Clima e Recurso Naturais, Maria Helena Semedo, ao intervir na Cúpula Mundial de Bioeconomia que se realizou em Berlim.

Uma bieconomia sustentável, segundo Semedo, “se baseia antes de tudo na natureza e as pessoas que cuidam e produzem biomassa”. Isso significa os agricultores familiares, os habitantes das florestas e os pescadores, que a sua vez são “possuidores de valorosos conhecimento sobre como gerir os recursos naturais de forma sustentável”.

“Juntos, aproveitemos o desenvolvimento de uma bioeconomia sustentável para todos e não deixemos a ninguém marginalizado”, disse Semedo, destacando em como os estados-membros da FAO e outros sócios nos setores convencionais da bioeconomia: agricultura, silvicultura e pesca, mas também tecnologias relevantes como a biotecnologia e a tecnologia da informação a serviço dos serviços agrícolas.

A bioeconomia alude a uma economia que usa biomassa no lugar de recursos fósseis para produzir alimentos e bens não alimentares, como bioplásticos e produtos farmacêuticos. Semedo explicou que a inovação desempenha um papel chave nos setores “bio”, pelo que devemos assegurar de que todo o conhecimento – tradicional e novo – se compartilha e respalda por igual.

Os estudos mais recentes mostram que ao redor de 815 milhões de pessoas no mundo ainda padecem de subalimentação crônica, mas produzindo-se alimentos suficientes para as necessidades do planeta, o problema pode ser a falta de acesso. “A bioeconomia pode melhor o acesso aos alimentos, por exemplo, mediante as rendas adicionais derivadas da venda de produtos biológicos”, indicou Semedo.