http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://bit.ly/2ktdMMm
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
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http://www.ideaonline.com.br/conteudo/2-inovacana.html

Goldman Sachs prevê PIB do Brasil a 2,7% em 2018 (mas alerta para candidato populista)

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Economia

17/11/2017

O banco de investimentos Goldman Sachs estima que a economia brasileira crescerá 0,9% este ano e 2,7% no ano que vem. Para 2019, espera por crescimento de 3,1%. É o que mostra seu mais recente relatório “Latin America Economics Analyst” divulgado nesta 5ª feira.
As previsões do banco são mais otimistas do que a média do mercado. No último Boletim Focus, divulgado na 2ª feira (13.nov) pelo Banco Central, as estimativas mostram PIB (Produto Interno Bruto) deste ano a 0,7% e de 2018 a 2,5%.
Para a América Latina, a previsão é de que a economia avance 2,7%. Na avaliação do banco, esse crescimento será conduzido pela melhora da atividade econômica brasileira. Argentina, Chile, Colômbia e Peru também impulsionarão o bom desempenho da região, diz o banco.
Outras economias emergentes consideradas chave para o Goldman Sachs também devem crescer, como Índia (8,0%) e Rússia (3,3%). Para a China, o banco de investimento espera uma “desaceleração acidentada”, crescendo 6,5% em 2018 e 6,1% em 2019.
Segundo as estimativas do banco, a economia global crescerá 3,7% em 2017, 4% em 2018 e 3,9% em 2019.
2018: alerta contra o populismo
A perspectiva eleitoral para 2018 permanece em aberto. Deve consolidar-se no 2º trimestre do próximo ano, afirma o banco. O Goldman avalia que 1 candidato populista ou heterodoxo provavelmente provocaria uma reação adversa ao mercado e poderia prejudicar a sustentabilidade da recuperação econômica.
“O próximo governo será desafiado a aprofundar o ajuste fiscal para estabilizar a deterioração da dinâmica da dívida pública.”
Pesquisa DataPoder360 realizada de 26 a 29 de outubro de 2017 em todo o país revela que Lula pontua de 28% a 32%. Bolsonaro registra 20% a 25%, a depender do cenário.
Economia brasileira
O banco considera as perspectivas macroeconômicas e financeiras do país para os próximos 2 anos desafiadoras e complexas. Apesar disso, acredita em 1 cenário mais construtivo e esperançoso do que foi em 2016 e 2017. O relatório diz que a “abordagem de política experimental heterodoxa de 2008 a 2015 gerou grandes desequilíbrios domésticos e externos que visivelmente prejudicaram a resiliência interna e externa da economia brasileira”.
“Esperamos que a recuperação cíclica em curso continue firme, com o crescimento real do PIB projetado para acelerar de menos de 1% em 2017 para 2,7% em 2018, em meio à inflação bem ancorada.”
O Goldman Sachs faz uma “grande advertência” para o ajuste macroeconômico geral testemunhado durante no ano passado e neste: “A postura fiscal continua fraca, a carga da dívida pública está atingindo novos níveis e as taxas agregadas de poupança e investimento atingiram novos mínimos”.
O banco avalia ainda que se o “grande desequilíbrio fiscal” e a taxa de poupança do setor público “muito negativa” não forem adequadamente e rapidamente abordados, poderiam “prejudicar e comprometer parte dos ganhos de ajuste macroeconômico, conquistados em termos de desinflação, estabilização do ciclo econômico e ajuste da conta corrente”.
O banco de investimentos Goldman Sachs estima que a economia brasileira crescerá 0,9% este ano e 2,7% no ano que vem. Para 2019, espera por crescimento de 3,1%. É o que mostra seu mais recente relatório “Latin America Economics Analyst” divulgado nesta 5ª feira.
As previsões do banco são mais otimistas do que a média do mercado. No último Boletim Focus, divulgado na 2ª feira (13.nov) pelo Banco Central, as estimativas mostram PIB (Produto Interno Bruto) deste ano a 0,7% e de 2018 a 2,5%.
Para a América Latina, a previsão é de que a economia avance 2,7%. Na avaliação do banco, esse crescimento será conduzido pela melhora da atividade econômica brasileira. Argentina, Chile, Colômbia e Peru também impulsionarão o bom desempenho da região, diz o banco.
Outras economias emergentes consideradas chave para o Goldman Sachs também devem crescer, como Índia (8,0%) e Rússia (3,3%). Para a China, o banco de investimento espera uma “desaceleração acidentada”, crescendo 6,5% em 2018 e 6,1% em 2019.
Segundo as estimativas do banco, a economia global crescerá 3,7% em 2017, 4% em 2018 e 3,9% em 2019.
2018: alerta contra o populismo
A perspectiva eleitoral para 2018 permanece em aberto. Deve consolidar-se no 2º trimestre do próximo ano, afirma o banco. O Goldman avalia que 1 candidato populista ou heterodoxo provavelmente provocaria uma reação adversa ao mercado e poderia prejudicar a sustentabilidade da recuperação econômica.
“O próximo governo será desafiado a aprofundar o ajuste fiscal para estabilizar a deterioração da dinâmica da dívida pública.”
Pesquisa DataPoder360 realizada de 26 a 29 de outubro de 2017 em todo o país revela que Lula pontua de 28% a 32%. Bolsonaro registra 20% a 25%, a depender do cenário.
Economia brasileira
O banco considera as perspectivas macroeconômicas e financeiras do país para os próximos 2 anos desafiadoras e complexas. Apesar disso, acredita em 1 cenário mais construtivo e esperançoso do que foi em 2016 e 2017. O relatório diz que a “abordagem de política experimental heterodoxa de 2008 a 2015 gerou grandes desequilíbrios domésticos e externos que visivelmente prejudicaram a resiliência interna e externa da economia brasileira”.
“Esperamos que a recuperação cíclica em curso continue firme, com o crescimento real do PIB projetado para acelerar de menos de 1% em 2017 para 2,7% em 2018, em meio à inflação bem ancorada.”
O Goldman Sachs faz uma “grande advertência” para o ajuste macroeconômico geral testemunhado durante no ano passado e neste: “A postura fiscal continua fraca, a carga da dívida pública está atingindo novos níveis e as taxas agregadas de poupança e investimento atingiram novos mínimos”.
O banco avalia ainda que se o “grande desequilíbrio fiscal” e a taxa de poupança do setor público “muito negativa” não forem adequadamente e rapidamente abordados, poderiam “prejudicar e comprometer parte dos ganhos de ajuste macroeconômico, conquistados em termos de desinflação, estabilização do ciclo econômico e ajuste da conta corrente”.

Fonte: Poder 360 + Estadão

Goldman Sachs prevê PIB do Brasil a 2,7% em 2018 (mas alerta para candidato populista)

17/11/2017

O banco de investimentos Goldman Sachs estima que a economia brasileira crescerá 0,9% este ano e 2,7% no ano que vem. Para 2019, espera por crescimento de 3,1%. É o que mostra seu mais recente relatório “Latin America Economics Analyst” divulgado nesta 5ª feira.
As previsões do banco são mais otimistas do que a média do mercado. No último Boletim Focus, divulgado na 2ª feira (13.nov) pelo Banco Central, as estimativas mostram PIB (Produto Interno Bruto) deste ano a 0,7% e de 2018 a 2,5%.
Para a América Latina, a previsão é de que a economia avance 2,7%. Na avaliação do banco, esse crescimento será conduzido pela melhora da atividade econômica brasileira. Argentina, Chile, Colômbia e Peru também impulsionarão o bom desempenho da região, diz o banco.
Outras economias emergentes consideradas chave para o Goldman Sachs também devem crescer, como Índia (8,0%) e Rússia (3,3%). Para a China, o banco de investimento espera uma “desaceleração acidentada”, crescendo 6,5% em 2018 e 6,1% em 2019.
Segundo as estimativas do banco, a economia global crescerá 3,7% em 2017, 4% em 2018 e 3,9% em 2019.
2018: alerta contra o populismo
A perspectiva eleitoral para 2018 permanece em aberto. Deve consolidar-se no 2º trimestre do próximo ano, afirma o banco. O Goldman avalia que 1 candidato populista ou heterodoxo provavelmente provocaria uma reação adversa ao mercado e poderia prejudicar a sustentabilidade da recuperação econômica.
“O próximo governo será desafiado a aprofundar o ajuste fiscal para estabilizar a deterioração da dinâmica da dívida pública.”
Pesquisa DataPoder360 realizada de 26 a 29 de outubro de 2017 em todo o país revela que Lula pontua de 28% a 32%. Bolsonaro registra 20% a 25%, a depender do cenário.
Economia brasileira
O banco considera as perspectivas macroeconômicas e financeiras do país para os próximos 2 anos desafiadoras e complexas. Apesar disso, acredita em 1 cenário mais construtivo e esperançoso do que foi em 2016 e 2017. O relatório diz que a “abordagem de política experimental heterodoxa de 2008 a 2015 gerou grandes desequilíbrios domésticos e externos que visivelmente prejudicaram a resiliência interna e externa da economia brasileira”.
“Esperamos que a recuperação cíclica em curso continue firme, com o crescimento real do PIB projetado para acelerar de menos de 1% em 2017 para 2,7% em 2018, em meio à inflação bem ancorada.”
O Goldman Sachs faz uma “grande advertência” para o ajuste macroeconômico geral testemunhado durante no ano passado e neste: “A postura fiscal continua fraca, a carga da dívida pública está atingindo novos níveis e as taxas agregadas de poupança e investimento atingiram novos mínimos”.
O banco avalia ainda que se o “grande desequilíbrio fiscal” e a taxa de poupança do setor público “muito negativa” não forem adequadamente e rapidamente abordados, poderiam “prejudicar e comprometer parte dos ganhos de ajuste macroeconômico, conquistados em termos de desinflação, estabilização do ciclo econômico e ajuste da conta corrente”.
O banco de investimentos Goldman Sachs estima que a economia brasileira crescerá 0,9% este ano e 2,7% no ano que vem. Para 2019, espera por crescimento de 3,1%. É o que mostra seu mais recente relatório “Latin America Economics Analyst” divulgado nesta 5ª feira.
As previsões do banco são mais otimistas do que a média do mercado. No último Boletim Focus, divulgado na 2ª feira (13.nov) pelo Banco Central, as estimativas mostram PIB (Produto Interno Bruto) deste ano a 0,7% e de 2018 a 2,5%.
Para a América Latina, a previsão é de que a economia avance 2,7%. Na avaliação do banco, esse crescimento será conduzido pela melhora da atividade econômica brasileira. Argentina, Chile, Colômbia e Peru também impulsionarão o bom desempenho da região, diz o banco.
Outras economias emergentes consideradas chave para o Goldman Sachs também devem crescer, como Índia (8,0%) e Rússia (3,3%). Para a China, o banco de investimento espera uma “desaceleração acidentada”, crescendo 6,5% em 2018 e 6,1% em 2019.
Segundo as estimativas do banco, a economia global crescerá 3,7% em 2017, 4% em 2018 e 3,9% em 2019.
2018: alerta contra o populismo
A perspectiva eleitoral para 2018 permanece em aberto. Deve consolidar-se no 2º trimestre do próximo ano, afirma o banco. O Goldman avalia que 1 candidato populista ou heterodoxo provavelmente provocaria uma reação adversa ao mercado e poderia prejudicar a sustentabilidade da recuperação econômica.
“O próximo governo será desafiado a aprofundar o ajuste fiscal para estabilizar a deterioração da dinâmica da dívida pública.”
Pesquisa DataPoder360 realizada de 26 a 29 de outubro de 2017 em todo o país revela que Lula pontua de 28% a 32%. Bolsonaro registra 20% a 25%, a depender do cenário.
Economia brasileira
O banco considera as perspectivas macroeconômicas e financeiras do país para os próximos 2 anos desafiadoras e complexas. Apesar disso, acredita em 1 cenário mais construtivo e esperançoso do que foi em 2016 e 2017. O relatório diz que a “abordagem de política experimental heterodoxa de 2008 a 2015 gerou grandes desequilíbrios domésticos e externos que visivelmente prejudicaram a resiliência interna e externa da economia brasileira”.
“Esperamos que a recuperação cíclica em curso continue firme, com o crescimento real do PIB projetado para acelerar de menos de 1% em 2017 para 2,7% em 2018, em meio à inflação bem ancorada.”
O Goldman Sachs faz uma “grande advertência” para o ajuste macroeconômico geral testemunhado durante no ano passado e neste: “A postura fiscal continua fraca, a carga da dívida pública está atingindo novos níveis e as taxas agregadas de poupança e investimento atingiram novos mínimos”.
O banco avalia ainda que se o “grande desequilíbrio fiscal” e a taxa de poupança do setor público “muito negativa” não forem adequadamente e rapidamente abordados, poderiam “prejudicar e comprometer parte dos ganhos de ajuste macroeconômico, conquistados em termos de desinflação, estabilização do ciclo econômico e ajuste da conta corrente”.