http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.premiomulheresdoagro.com.br/
http://www.ideaonline.com.br/conteudo/12-grande-encontro-sobre-variedades-de-cana-de-acucar.html
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://www.rgis.com.br

Iniciativa global conhece detalhes da produção canavieira no Brasil

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Agronegócio

28/09/2018
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O setor sucroenergético brasileiro é reconhecido internacionalmente como um dos segmentos mais avançados da agricultura mundial por fomentar inovação tecnológica e projetos socioambientais voltados para requalificação de trabalhadores e de boas práticas agrícolas. Por este motivo, representantes da iniciativa global Bioplastic Feedstock Alliance (BFA), liderada pela ONG internacional World Wildlife Fund (WWF), visitaram a sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), na tarde desta segunda-feira (24/09), em São Paulo (SP).
 
Recebidos pela Relações Institucionais da entidade, Julia Tauszig, buscaram mais detalhes sobre evolução e o status da indústria com relação às questões de sustentabilidade no cultivo canavieiro. “Não há no mundo produção de cana mais sustentável do que no Brasil”, afirmou Monique Vanni, gerente  da ONG Solidaridad no País. A executiva, convidada para o encontro organizado pela BFA, elogiou rigorosidade da legislação brasileira referente ao meio ambiente. “Não se pode comparar o que é cumprimento da lei no Brasil com outros países, pois aqui é muito mais rígido”, referindo-se ao Código Florestal, que regula o uso da terra.
 
O BFA também reúne grandes empresas com o objetivo de promover a substituição do plástico de origem fóssil pelo bioplástico feito de fontes renováveis, como a cana. Desde 2013, as gigantes Coca-Cola, Danone, Ford Motor, Nestlé, P&G, Unilever, LEGO, McDonald’s e Target Corporation integram a iniciativa em busca de matérias-primas mais sustentáveis para os diversos tipos de plásticos utilizados em seus produtos. Tecnicamente chamados de polietileno ou polipropileno, a versão “verde” do plástico vem conquistando novos mercados a cada dia.
 
Desde 2011, o Brasil detém uma participação relevante neste horizonte graças ao etanol. De alta e baixa densidades, o bioplástico feito de etanol de cana pode ser aplicado em laminados, garrafas, embalagens, brinquedos, isolamento de fios elétricos, tubos para distribuição de água e gás, materiais hospitalares ou em tanques de combustível de veículos. Atualmente, mais de 80 marcas de diferentes industrias já utilizam o material.
 
Projeto RenovAção
 
Durante reunião na UNICA, a representante da ONG Solidaridad fez questão de falar sobre a parceria entre as duas instituições no projeto RenovAção, considerado um dos mais bem-sucedidos programas de requalificação profissional já criados na cadeia produtiva sucroenergética. Entre 2010 e 2015, quase sete mil ex-cortadores de cana deslocados de suas atividades em função da mecanização da colheita aprenderam novas profissões. O modelo do RenovAção serviu, inclusive, como inspiração para a formação indireta de outros 24 mil trabalhadores no segmento canavieiro.
 
O sucesso do programa já foi citado em relatórios divulgados por diversas instituições de prestígio, dentre elas a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), a Organização Mundial do Trabalho e a ONG canadense International Institute for Sustainable Development (IISD).

Fonte: UNICA

Iniciativa global conhece detalhes da produção canavieira no Brasil

28/09/2018

O setor sucroenergético brasileiro é reconhecido internacionalmente como um dos segmentos mais avançados da agricultura mundial por fomentar inovação tecnológica e projetos socioambientais voltados para requalificação de trabalhadores e de boas práticas agrícolas. Por este motivo, representantes da iniciativa global Bioplastic Feedstock Alliance (BFA), liderada pela ONG internacional World Wildlife Fund (WWF), visitaram a sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), na tarde desta segunda-feira (24/09), em São Paulo (SP).
 
Recebidos pela Relações Institucionais da entidade, Julia Tauszig, buscaram mais detalhes sobre evolução e o status da indústria com relação às questões de sustentabilidade no cultivo canavieiro. “Não há no mundo produção de cana mais sustentável do que no Brasil”, afirmou Monique Vanni, gerente  da ONG Solidaridad no País. A executiva, convidada para o encontro organizado pela BFA, elogiou rigorosidade da legislação brasileira referente ao meio ambiente. “Não se pode comparar o que é cumprimento da lei no Brasil com outros países, pois aqui é muito mais rígido”, referindo-se ao Código Florestal, que regula o uso da terra.
 
O BFA também reúne grandes empresas com o objetivo de promover a substituição do plástico de origem fóssil pelo bioplástico feito de fontes renováveis, como a cana. Desde 2013, as gigantes Coca-Cola, Danone, Ford Motor, Nestlé, P&G, Unilever, LEGO, McDonald’s e Target Corporation integram a iniciativa em busca de matérias-primas mais sustentáveis para os diversos tipos de plásticos utilizados em seus produtos. Tecnicamente chamados de polietileno ou polipropileno, a versão “verde” do plástico vem conquistando novos mercados a cada dia.
 
Desde 2011, o Brasil detém uma participação relevante neste horizonte graças ao etanol. De alta e baixa densidades, o bioplástico feito de etanol de cana pode ser aplicado em laminados, garrafas, embalagens, brinquedos, isolamento de fios elétricos, tubos para distribuição de água e gás, materiais hospitalares ou em tanques de combustível de veículos. Atualmente, mais de 80 marcas de diferentes industrias já utilizam o material.
 
Projeto RenovAção
 
Durante reunião na UNICA, a representante da ONG Solidaridad fez questão de falar sobre a parceria entre as duas instituições no projeto RenovAção, considerado um dos mais bem-sucedidos programas de requalificação profissional já criados na cadeia produtiva sucroenergética. Entre 2010 e 2015, quase sete mil ex-cortadores de cana deslocados de suas atividades em função da mecanização da colheita aprenderam novas profissões. O modelo do RenovAção serviu, inclusive, como inspiração para a formação indireta de outros 24 mil trabalhadores no segmento canavieiro.
 
O sucesso do programa já foi citado em relatórios divulgados por diversas instituições de prestígio, dentre elas a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), a Organização Mundial do Trabalho e a ONG canadense International Institute for Sustainable Development (IISD).