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http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
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Mercosul-UE: UNICA reforça pleitos do setor em reunião com Blairo Maggi

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Notícias do Sistema

24/01/2018

Porto de Santos bate recorde anual de movimentação  
24/01/2018 - O Porto de Santos bateu novo recorde anual de movimentação de cargas em 2017, atingindo o total de 129.865.022 toneladas, 14,1% a maior que o verificado no ano anterior e 8,3% acima da então melhor marca anual, ocorrida em 2015 (119.931.880 toneladas). O movimento superou em 6,4% a estimativa inicial de janeiro passado, que apontava para um total de 122.014.481 toneladas.
A exportação, responsável por 72,04% do movimento físico geral, apresentou crescimento de 14,9%, impulsionada, principalmente, pelas altas de 79,8% do milho (14.280.349 toneladas), de 13,6% do chamado complexo soja ((21.733.202 toneladas), formado por grão e farelo, e de 1,9% do açúcar (20.631.811 toneladas). Somente estas commodities representaram 60,6% do total exportado e 43,6% do movimento geral de cargas operadas pelo Porto de Santos em 2017.
A importação atingiu crescimento de 12,1%, com destaque para as descargas de adubo, a de maior movimentação nesse fluxo, com 4.138.878 toneladas, registrando alta de 16,6%. Na sequência, com 48,2% de aumento, aparece óleo diesel e gasóleo (2.733.430 toneladas). Outra carga que obteve bom desempenho foi o enxofre (1.812.575 toneladas), largamente utilizado para produção de fertilizantes, com 4,6% de aumento.
A carga conteinerizada apresentou excelente desempenho, totalizando 3,8 milhões TEU (medida padrão, equivalente a um contêiner de 20 pés), um crescimento de 8,1% sobre o resultado do ano passado (3,5 milhões TEU). A tonelagem de carga acondicionada nos contêineres obteve excelente desempenho, alcançando 10,2% de incremento, com 44.534.271 toneladas, equivalente a 34,3% do total operado no Porto de Santos.
Ao longo de 2017, o fluxo de atracação chegou a 4.854 navios, 2,8% a maior que no ano anterior.
Balança Comercial
O porto também registrou recorde histórico em 2017 quanto ao valor comercial das mercadorias operadas por Santos. Com o total de US$ 103,3 bilhões em cargas movimentadas nos dois fluxos (importação e exportação), a chamada corrente de comércio, atingiu alta de 12,1% em comparação ao ano anterior, com uma participação de 28,0% sobre o total nacional.
As exportações responderam por US$ 59,2 bilhões, com 14,7% de aumento e 27,2% de participação em relação ao total do país. As importações atingiram US$ 44,1 bilhões, incremento de 8,9%, participando com 29,3% sobre o total brasileiro.
No fluxo de importação, os principais parceiros comerciais do porto santista foram China (22,0%), Estados Unidos (16,0%) e Alemanha (9,2%). Nas exportações, China (14,4%), Estados Unidos (11,7%) e Argentina (7,6%) lideraram as trocas comerciais.
Ainda quanto ao valor, as cargas mais embarcadas foram açúcar, complexo soja e café em grão, principalmente para Bangladesh, China e Estados Unidos, respectivamente. Nas descargas, gasóleo, caixas de marchas e inseticidas constituíram os produtos de maior valor comercial, importados principalmente dos Estados Unidos, Japão e Estados Unidos, respectivamente.
O setor sucroenergético mais uma vez enfatizou a sua posição frente às negociações entre Mercosul e União Europeia (UE) durante um encontro que reuniu representantes de diferentes entidades do agronegócio brasileiro com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na última segunda-feira (22/01), em Bruxelas.
Na oportunidade, a assessora sênior da presidência da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) para Assuntos Internacionais, Geraldine Kutas, defendeu os interesses dos produtos sucroenergéticos brasileiros no Acordo que vem sendo discutido com os europeus, como a extinção da tarifa de 98 euros por tonelada de açúcar exportada, a adoção de uma quota de 600 mil toneladas para etanol combustível e o acesso livre do álcool industrial embarcado para a UE.
“Destacamos a importância da inclusão destes pontos como forma de fortalecer o comércio internacional e o desenvolvimento econômico”, afirma a executiva da UNICA.
Açúcar
Em relação à questão do açúcar, Géraldine Kutas esclarece que o Brasil espera uma contrapartida da UE. “Todas as cotas do produto oferecidas pelo bloco europeu aos seus parceiros comerciais com quem tem acordo de livre comércio são com tarifa zero. Nossa proposta é que isso se aplique ao Brasil também", explica. Apesar da oferta europeia para o açúcar brasileiro ser muito baixa (100 mil toneladas) em relação à atual (410 mil toneladas), os produtores europeus defendem a retirada do produto das negociações.
“Alegam que a abertura do comércio impactaria negativamente seus negócios e insistem em afirmar que o governo brasileiro subsidia a produção local. Mas dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nos últimos cinco anos, indicam que Europa apoiou o setor de açúcar 20 vezes mais. Não existem subsídios desta natureza em nosso país, nem por meio de normas regulatórias nem por financiamentos para artificialmente impulsionar competitividade”, ressalta a representante da indústria canavieira.
Etanol
Sobre o etanol, Géraldine esclarece que a tarifa de importação atual, na prática, impede que o consumidor europeu tenha acesso ao etanol de cana brasileiro, considerado o mais sustentável do ponto de vista ambiental. A UE propôs uma cota de 600 mil toneladas cobrando 6,4 centavos de euros por litro de etanol não-desnaturado e 3,4 centavos de euros por litro do produto desnaturado. “O pleito do Brasil é uma quota de 600 mil toneladas para o biocombustível e um acesso livre, com tarifa zero, para etanol utilizado para outros fins. Com maior abertura comercial, os europeus também poderiam se beneficiar com a redução dos preços do biocombustível”, frisa.
O encontro com o ministro Blairo Maggi teve como pauta principal as exportações de carne para Europa. Também participaram das discussões executivos da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Fonte: Portal UNICA

Mercosul-UE: UNICA reforça pleitos do setor em reunião com Blairo Maggi

24/01/2018

Porto de Santos bate recorde anual de movimentação  
24/01/2018 - O Porto de Santos bateu novo recorde anual de movimentação de cargas em 2017, atingindo o total de 129.865.022 toneladas, 14,1% a maior que o verificado no ano anterior e 8,3% acima da então melhor marca anual, ocorrida em 2015 (119.931.880 toneladas). O movimento superou em 6,4% a estimativa inicial de janeiro passado, que apontava para um total de 122.014.481 toneladas.
A exportação, responsável por 72,04% do movimento físico geral, apresentou crescimento de 14,9%, impulsionada, principalmente, pelas altas de 79,8% do milho (14.280.349 toneladas), de 13,6% do chamado complexo soja ((21.733.202 toneladas), formado por grão e farelo, e de 1,9% do açúcar (20.631.811 toneladas). Somente estas commodities representaram 60,6% do total exportado e 43,6% do movimento geral de cargas operadas pelo Porto de Santos em 2017.
A importação atingiu crescimento de 12,1%, com destaque para as descargas de adubo, a de maior movimentação nesse fluxo, com 4.138.878 toneladas, registrando alta de 16,6%. Na sequência, com 48,2% de aumento, aparece óleo diesel e gasóleo (2.733.430 toneladas). Outra carga que obteve bom desempenho foi o enxofre (1.812.575 toneladas), largamente utilizado para produção de fertilizantes, com 4,6% de aumento.
A carga conteinerizada apresentou excelente desempenho, totalizando 3,8 milhões TEU (medida padrão, equivalente a um contêiner de 20 pés), um crescimento de 8,1% sobre o resultado do ano passado (3,5 milhões TEU). A tonelagem de carga acondicionada nos contêineres obteve excelente desempenho, alcançando 10,2% de incremento, com 44.534.271 toneladas, equivalente a 34,3% do total operado no Porto de Santos.
Ao longo de 2017, o fluxo de atracação chegou a 4.854 navios, 2,8% a maior que no ano anterior.
Balança Comercial
O porto também registrou recorde histórico em 2017 quanto ao valor comercial das mercadorias operadas por Santos. Com o total de US$ 103,3 bilhões em cargas movimentadas nos dois fluxos (importação e exportação), a chamada corrente de comércio, atingiu alta de 12,1% em comparação ao ano anterior, com uma participação de 28,0% sobre o total nacional.
As exportações responderam por US$ 59,2 bilhões, com 14,7% de aumento e 27,2% de participação em relação ao total do país. As importações atingiram US$ 44,1 bilhões, incremento de 8,9%, participando com 29,3% sobre o total brasileiro.
No fluxo de importação, os principais parceiros comerciais do porto santista foram China (22,0%), Estados Unidos (16,0%) e Alemanha (9,2%). Nas exportações, China (14,4%), Estados Unidos (11,7%) e Argentina (7,6%) lideraram as trocas comerciais.
Ainda quanto ao valor, as cargas mais embarcadas foram açúcar, complexo soja e café em grão, principalmente para Bangladesh, China e Estados Unidos, respectivamente. Nas descargas, gasóleo, caixas de marchas e inseticidas constituíram os produtos de maior valor comercial, importados principalmente dos Estados Unidos, Japão e Estados Unidos, respectivamente.
O setor sucroenergético mais uma vez enfatizou a sua posição frente às negociações entre Mercosul e União Europeia (UE) durante um encontro que reuniu representantes de diferentes entidades do agronegócio brasileiro com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na última segunda-feira (22/01), em Bruxelas.
Na oportunidade, a assessora sênior da presidência da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) para Assuntos Internacionais, Geraldine Kutas, defendeu os interesses dos produtos sucroenergéticos brasileiros no Acordo que vem sendo discutido com os europeus, como a extinção da tarifa de 98 euros por tonelada de açúcar exportada, a adoção de uma quota de 600 mil toneladas para etanol combustível e o acesso livre do álcool industrial embarcado para a UE.
“Destacamos a importância da inclusão destes pontos como forma de fortalecer o comércio internacional e o desenvolvimento econômico”, afirma a executiva da UNICA.
Açúcar
Em relação à questão do açúcar, Géraldine Kutas esclarece que o Brasil espera uma contrapartida da UE. “Todas as cotas do produto oferecidas pelo bloco europeu aos seus parceiros comerciais com quem tem acordo de livre comércio são com tarifa zero. Nossa proposta é que isso se aplique ao Brasil também", explica. Apesar da oferta europeia para o açúcar brasileiro ser muito baixa (100 mil toneladas) em relação à atual (410 mil toneladas), os produtores europeus defendem a retirada do produto das negociações.
“Alegam que a abertura do comércio impactaria negativamente seus negócios e insistem em afirmar que o governo brasileiro subsidia a produção local. Mas dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nos últimos cinco anos, indicam que Europa apoiou o setor de açúcar 20 vezes mais. Não existem subsídios desta natureza em nosso país, nem por meio de normas regulatórias nem por financiamentos para artificialmente impulsionar competitividade”, ressalta a representante da indústria canavieira.
Etanol
Sobre o etanol, Géraldine esclarece que a tarifa de importação atual, na prática, impede que o consumidor europeu tenha acesso ao etanol de cana brasileiro, considerado o mais sustentável do ponto de vista ambiental. A UE propôs uma cota de 600 mil toneladas cobrando 6,4 centavos de euros por litro de etanol não-desnaturado e 3,4 centavos de euros por litro do produto desnaturado. “O pleito do Brasil é uma quota de 600 mil toneladas para o biocombustível e um acesso livre, com tarifa zero, para etanol utilizado para outros fins. Com maior abertura comercial, os europeus também poderiam se beneficiar com a redução dos preços do biocombustível”, frisa.
O encontro com o ministro Blairo Maggi teve como pauta principal as exportações de carne para Europa. Também participaram das discussões executivos da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).