http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

O verde-louro dessa flâmula e a tão desejada paz e prosperidade no futuro

Voltar

Geral

01/12/2017

O orgulho nacional de uma população pode ser comparado com a autoestima de um ser humano. Em tempos de severa crise (moral, política e financeira), com certeza a maior no período da redemocratização, não é de se espantar que o patriotismo do brasileiro esteja em um nível extremamente baixo quanto um caso grave de paciente com depressão.  
Não é apenas esta crise presente que distancia o povo de sua pátria. Se olharmos para o passado, mais especificamente ao período da ditadura militar, poderíamos roubar a convicção do genial personagem de Lima Barreto, Policarpo Quaresma no papel da figura de um patriota radical que levou seu amor pelo Brasil às últimas consequências deixando-nos uma de suas frases quando diz para sua irmã: - “Que tem isso, Adelaide? Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”.
Quando os militares assumiram o poder houve um abandono dos símbolos nacionais, inclusive deturpando sua finalidade divulgando-os como “panfletos” causando um grande repúdio na população defensora da democracia. Paralelo a estes atos surge um movimento crescente que iria anos depois implantar um falso regime substituindo nosso símbolo máximo que é a bandeira verde, branca, azul e amarela pela bandeira de uma esquerda já fracassada internacionalmente de cor “vermelha com o símbolo foice e martelo”. Esta bandeira antipatriótica tenta ainda, com forças radicais e antidemocráticas, derrubar nossa bandeira. Estas forças radicais que contribuíram para o “impeachment” do então presidente Collor e do movimento “diretas já” conseguiram iludir o povo brasileiro com promessas que, após conquistarem o poder implantaram a corrupção e fizeram uma devassa nos cofres públicos colocando o nosso Brasil em situação de desespero com elevado índice de desemprego, dívida crescente para as famílias e colocando nossas empresas em situação falimentar.
Não vamos deixar morrer nossas tradições, nosso espírito nacionalista, nossa educação, nossa segurança e tantas outras coisas que perdemos com estas irresponsáveis atitudes de nossos governantes. Lembremos a frase já mencionada do Policarpo Quaresma: “Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”
Relembremos as cores e os significados de nosso símbolo pátrio formado por um grande retângulo verde que significa as nossas florestas e a riqueza de nossa evoluída agricultura; um losango amarelo que traduz a riqueza de nosso país; um circulo azul lembrando a qualidade de nossa água cristalina. O céu azul deste círculo dividido por uma faixa branca com os dizeres de nossa meta “Ordem e Progresso” mostra na parte de baixo as 26 estrelas que representam nossos estados e na superior uma estrela representando o Distrito Federal.
Estas explicações com certeza são desnecessárias em outras nações pelo patriotismo que possuem, pela educação que recebem as crianças, mas infelizmente aqui em nossa pátria, devido a queda vertiginosa na qualidade do ensino provocada pela eliminação de disciplinas focadas em valores cívicos (Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira); somando-se a isto nosso modelo de colonização extrativista, onde a exploração de nossos colonos que precisavam entregar toda a sua produção à coroa portuguesa em troca de migalhas ou então a seus representantes já corruptos.
O cenário é estarrecedor, porém sendo identificado poderemos desenvolver ações que revertam a situação, para que no futuro nossa bandeira verde e amarela represente muito mais que um time de futebol, mas que ela transmita o sentimento de vitória, competência, sobriedade e potência. Que os símbolos máximos que ela representa não fiquem restritos às nossas fronteiras, mas que se espalhem para todas as nações.
A retomada da economia, o combate à corrupção e restabelecimento da qualidade na educação; são com certeza os três pilares que precisamos construir para recuperar a autoestima do nosso querido Brasil.
Tenho certeza que o período de prosperidade está muito próximo de retornar, graças aos incansáveis batalhadores do agronegócio, e mais especificamente, à cana-de-açúcar, que superou batalhas épicas (código florestal, mecanização do corte e marginalização do etanol) durante os últimos cinco anos e graças a fibra de todos envolvidos em sua cadeia produtiva, está muito próxima de ser a protagonista de um programa governamental (Renovabio) que trará para o Brasil a admiração mundial como o primeiro país de proporções continentais a combater ferozmente os gases emitidos pelos combustíveis fósseis, os principais causadores do efeito-estufa.
Sobre o combate à corrupção espero que em 2018 os brasileiros mais esclarecidos participem com maior responsabilidade das eleições, pesquisando antes de escolher o seu candidato e também cumprindo com um papel que é tão patriótico quanto cantar o hino nacional, o de orientar as pessoas próximas menos esclarecidas sob como escolher o seu candidato de maneira correta.
Com a economia girando e a melhoria na qualidade e fiscalização dos governantes, a evolução na educação será uma grata consequência inevitável.
Portanto, propomos para o cidadão de bem, que almeja ver seus descendentes sentir orgulho da própria pátria, que tome uma singela atitude colocando uma bandeira nacional na porta de sua casa, de sua empresa, na mesa de trabalho ou um adesivo no carro, mostrando com esse sinal que está sim disposto a trabalhar por um país melhor.
Tendo por fundamento estes objetivos, solidarizamo-nos com este movimento patriótico de divulgar nosso símbolo nacional para todos os brasileiros que por políticas corruptas e irresponsáveis tornaram-no oculto.
Façamos com que nossa bandeira seja hasteada em nossas casas, escolas, indústrias, poderes públicos e todos os locais de expressão.
CLAMAMOS POR UM BRASIL LIMPO, PROGRESSISTA E EDUCADO.
*Manoel Ortolan - presidente da Canaoeste – Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo
*Aparecido Luiz - presidente do Ceise BR – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis
*Paulo Scaranelo - presidente da ACIS – Associação Comercial e Industrial de Sertãozinho
*Manoel da Rocha Freitas - presidente do Lions Club de Sertãozinho
O orgulho nacional de uma população pode ser comparado com a autoestima de um ser humano. Em tempos de severa crise (moral, política e financeira), com certeza a maior no período da redemocratização, não é de se espantar que o patriotismo do brasileiro esteja em um nível extremamente baixo quanto um caso grave de paciente com depressão.  
Não é apenas esta crise presente que distancia o povo de sua pátria. Se olharmos para o passado, mais especificamente ao período da ditadura militar, poderíamos roubar a convicção do genial personagem de Lima Barreto, Policarpo Quaresma no papel da figura de um patriota radical que levou seu amor pelo Brasil às últimas consequências deixando-nos uma de suas frases quando diz para sua irmã: - “Que tem isso, Adelaide? Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”.
Quando os militares assumiram o poder houve um abandono dos símbolos nacionais, inclusive deturpando sua finalidade divulgando-os como “panfletos” causando um grande repúdio na população defensora da democracia. Paralelo a estes atos surge um movimento crescente que iria anos depois implantar um falso regime substituindo nosso símbolo máximo que é a bandeira verde, branca, azul e amarela pela bandeira de uma esquerda já fracassada internacionalmente de cor “vermelha com o símbolo foice e martelo”. Esta bandeira antipatriótica tenta ainda, com forças radicais e antidemocráticas, derrubar nossa bandeira. Estas forças radicais que contribuíram para o “impeachment” do então presidente Collor e do movimento “diretas já” conseguiram iludir o povo brasileiro com promessas que, após conquistarem o poder implantaram a corrupção e fizeram uma devassa nos cofres públicos colocando o nosso Brasil em situação de desespero com elevado índice de desemprego, dívida crescente para as famílias e colocando nossas empresas em situação falimentar.
Não vamos deixar morrer nossas tradições, nosso espírito nacionalista, nossa educação, nossa segurança e tantas outras coisas que perdemos com estas irresponsáveis atitudes de nossos governantes. Lembremos a frase já mencionada do Policarpo Quaresma: “Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”
Relembremos as cores e os significados de nosso símbolo pátrio formado por um grande retângulo verde que significa as nossas florestas e a riqueza de nossa evoluída agricultura; um losango amarelo que traduz a riqueza de nosso país; um circulo azul lembrando a qualidade de nossa água cristalina. O céu azul deste círculo dividido por uma faixa branca com os dizeres de nossa meta “Ordem e Progresso” mostra na parte de baixo as 26 estrelas que representam nossos estados e na superior uma estrela representando o Distrito Federal.
Estas explicações com certeza são desnecessárias em outras nações pelo patriotismo que possuem, pela educação que recebem as crianças, mas infelizmente aqui em nossa pátria, devido a queda vertiginosa na qualidade do ensino provocada pela eliminação de disciplinas focadas em valores cívicos (Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira); somando-se a isto nosso modelo de colonização extrativista, onde a exploração de nossos colonos que precisavam entregar toda a sua produção à coroa portuguesa em troca de migalhas ou então a seus representantes já corruptos.
O cenário é estarrecedor, porém sendo identificado poderemos desenvolver ações que revertam a situação, para que no futuro nossa bandeira verde e amarela represente muito mais que um time de futebol, mas que ela transmita o sentimento de vitória, competência, sobriedade e potência. Que os símbolos máximos que ela representa não fiquem restritos às nossas fronteiras, mas que se espalhem para todas as nações.
A retomada da economia, o combate à corrupção e restabelecimento da qualidade na educação; são com certeza os três pilares que precisamos construir para recuperar a autoestima do nosso querido Brasil.
Tenho certeza que o período de prosperidade está muito próximo de retornar, graças aos incansáveis batalhadores do agronegócio, e mais especificamente, à cana-de-açúcar, que superou batalhas épicas (código florestal, mecanização do corte e marginalização do etanol) durante os últimos cinco anos e graças a fibra de todos envolvidos em sua cadeia produtiva, está muito próxima de ser a protagonista de um programa governamental (Renovabio) que trará para o Brasil a admiração mundial como o primeiro país de proporções continentais a combater ferozmente os gases emitidos pelos combustíveis fósseis, os principais causadores do efeito-estufa.
Sobre o combate à corrupção espero que em 2018 os brasileiros mais esclarecidos participem com maior responsabilidade das eleições, pesquisando antes de escolher o seu candidato e também cumprindo com um papel que é tão patriótico quanto cantar o hino nacional, o de orientar as pessoas próximas menos esclarecidas sob como escolher o seu candidato de maneira correta.
Com a economia girando e a melhoria na qualidade e fiscalização dos governantes, a evolução na educação será uma grata consequência inevitável.
Portanto, propomos para o cidadão de bem, que almeja ver seus descendentes sentir orgulho da própria pátria, que tome uma singela atitude colocando uma bandeira nacional na porta de sua casa, de sua empresa, na mesa de trabalho ou um adesivo no carro, mostrando com esse sinal que está sim disposto a trabalhar por um país melhor.
Tendo por fundamento estes objetivos, solidarizamo-nos com este movimento patriótico de divulgar nosso símbolo nacional para todos os brasileiros que por políticas corruptas e irresponsáveis tornaram-no oculto.
Façamos com que nossa bandeira seja hasteada em nossas casas, escolas, indústrias, poderes públicos e todos os locais de expressão.
CLAMAMOS POR UM BRASIL LIMPO, PROGRESSISTA E EDUCADO.
*Manoel Ortolan - presidente da Canaoeste – Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo
*Aparecido Luiz - presidente do Ceise BR – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis
*Paulo Scaranelo - presidente da ACIS – Associação Comercial e Industrial de Sertãozinho
*Manoel da Rocha Freitas - presidente do Lions Club de Sertãozinho

Fonte: Assessoria de Imprensa da Copercana e Canaoeste

O verde-louro dessa flâmula e a tão desejada paz e prosperidade no futuro

01/12/2017

O orgulho nacional de uma população pode ser comparado com a autoestima de um ser humano. Em tempos de severa crise (moral, política e financeira), com certeza a maior no período da redemocratização, não é de se espantar que o patriotismo do brasileiro esteja em um nível extremamente baixo quanto um caso grave de paciente com depressão.  
Não é apenas esta crise presente que distancia o povo de sua pátria. Se olharmos para o passado, mais especificamente ao período da ditadura militar, poderíamos roubar a convicção do genial personagem de Lima Barreto, Policarpo Quaresma no papel da figura de um patriota radical que levou seu amor pelo Brasil às últimas consequências deixando-nos uma de suas frases quando diz para sua irmã: - “Que tem isso, Adelaide? Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”.
Quando os militares assumiram o poder houve um abandono dos símbolos nacionais, inclusive deturpando sua finalidade divulgando-os como “panfletos” causando um grande repúdio na população defensora da democracia. Paralelo a estes atos surge um movimento crescente que iria anos depois implantar um falso regime substituindo nosso símbolo máximo que é a bandeira verde, branca, azul e amarela pela bandeira de uma esquerda já fracassada internacionalmente de cor “vermelha com o símbolo foice e martelo”. Esta bandeira antipatriótica tenta ainda, com forças radicais e antidemocráticas, derrubar nossa bandeira. Estas forças radicais que contribuíram para o “impeachment” do então presidente Collor e do movimento “diretas já” conseguiram iludir o povo brasileiro com promessas que, após conquistarem o poder implantaram a corrupção e fizeram uma devassa nos cofres públicos colocando o nosso Brasil em situação de desespero com elevado índice de desemprego, dívida crescente para as famílias e colocando nossas empresas em situação falimentar.
Não vamos deixar morrer nossas tradições, nosso espírito nacionalista, nossa educação, nossa segurança e tantas outras coisas que perdemos com estas irresponsáveis atitudes de nossos governantes. Lembremos a frase já mencionada do Policarpo Quaresma: “Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”
Relembremos as cores e os significados de nosso símbolo pátrio formado por um grande retângulo verde que significa as nossas florestas e a riqueza de nossa evoluída agricultura; um losango amarelo que traduz a riqueza de nosso país; um circulo azul lembrando a qualidade de nossa água cristalina. O céu azul deste círculo dividido por uma faixa branca com os dizeres de nossa meta “Ordem e Progresso” mostra na parte de baixo as 26 estrelas que representam nossos estados e na superior uma estrela representando o Distrito Federal.
Estas explicações com certeza são desnecessárias em outras nações pelo patriotismo que possuem, pela educação que recebem as crianças, mas infelizmente aqui em nossa pátria, devido a queda vertiginosa na qualidade do ensino provocada pela eliminação de disciplinas focadas em valores cívicos (Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira); somando-se a isto nosso modelo de colonização extrativista, onde a exploração de nossos colonos que precisavam entregar toda a sua produção à coroa portuguesa em troca de migalhas ou então a seus representantes já corruptos.
O cenário é estarrecedor, porém sendo identificado poderemos desenvolver ações que revertam a situação, para que no futuro nossa bandeira verde e amarela represente muito mais que um time de futebol, mas que ela transmita o sentimento de vitória, competência, sobriedade e potência. Que os símbolos máximos que ela representa não fiquem restritos às nossas fronteiras, mas que se espalhem para todas as nações.
A retomada da economia, o combate à corrupção e restabelecimento da qualidade na educação; são com certeza os três pilares que precisamos construir para recuperar a autoestima do nosso querido Brasil.
Tenho certeza que o período de prosperidade está muito próximo de retornar, graças aos incansáveis batalhadores do agronegócio, e mais especificamente, à cana-de-açúcar, que superou batalhas épicas (código florestal, mecanização do corte e marginalização do etanol) durante os últimos cinco anos e graças a fibra de todos envolvidos em sua cadeia produtiva, está muito próxima de ser a protagonista de um programa governamental (Renovabio) que trará para o Brasil a admiração mundial como o primeiro país de proporções continentais a combater ferozmente os gases emitidos pelos combustíveis fósseis, os principais causadores do efeito-estufa.
Sobre o combate à corrupção espero que em 2018 os brasileiros mais esclarecidos participem com maior responsabilidade das eleições, pesquisando antes de escolher o seu candidato e também cumprindo com um papel que é tão patriótico quanto cantar o hino nacional, o de orientar as pessoas próximas menos esclarecidas sob como escolher o seu candidato de maneira correta.
Com a economia girando e a melhoria na qualidade e fiscalização dos governantes, a evolução na educação será uma grata consequência inevitável.
Portanto, propomos para o cidadão de bem, que almeja ver seus descendentes sentir orgulho da própria pátria, que tome uma singela atitude colocando uma bandeira nacional na porta de sua casa, de sua empresa, na mesa de trabalho ou um adesivo no carro, mostrando com esse sinal que está sim disposto a trabalhar por um país melhor.
Tendo por fundamento estes objetivos, solidarizamo-nos com este movimento patriótico de divulgar nosso símbolo nacional para todos os brasileiros que por políticas corruptas e irresponsáveis tornaram-no oculto.
Façamos com que nossa bandeira seja hasteada em nossas casas, escolas, indústrias, poderes públicos e todos os locais de expressão.
CLAMAMOS POR UM BRASIL LIMPO, PROGRESSISTA E EDUCADO.
*Manoel Ortolan - presidente da Canaoeste – Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo
*Aparecido Luiz - presidente do Ceise BR – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis
*Paulo Scaranelo - presidente da ACIS – Associação Comercial e Industrial de Sertãozinho
*Manoel da Rocha Freitas - presidente do Lions Club de Sertãozinho
O orgulho nacional de uma população pode ser comparado com a autoestima de um ser humano. Em tempos de severa crise (moral, política e financeira), com certeza a maior no período da redemocratização, não é de se espantar que o patriotismo do brasileiro esteja em um nível extremamente baixo quanto um caso grave de paciente com depressão.  
Não é apenas esta crise presente que distancia o povo de sua pátria. Se olharmos para o passado, mais especificamente ao período da ditadura militar, poderíamos roubar a convicção do genial personagem de Lima Barreto, Policarpo Quaresma no papel da figura de um patriota radical que levou seu amor pelo Brasil às últimas consequências deixando-nos uma de suas frases quando diz para sua irmã: - “Que tem isso, Adelaide? Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”.
Quando os militares assumiram o poder houve um abandono dos símbolos nacionais, inclusive deturpando sua finalidade divulgando-os como “panfletos” causando um grande repúdio na população defensora da democracia. Paralelo a estes atos surge um movimento crescente que iria anos depois implantar um falso regime substituindo nosso símbolo máximo que é a bandeira verde, branca, azul e amarela pela bandeira de uma esquerda já fracassada internacionalmente de cor “vermelha com o símbolo foice e martelo”. Esta bandeira antipatriótica tenta ainda, com forças radicais e antidemocráticas, derrubar nossa bandeira. Estas forças radicais que contribuíram para o “impeachment” do então presidente Collor e do movimento “diretas já” conseguiram iludir o povo brasileiro com promessas que, após conquistarem o poder implantaram a corrupção e fizeram uma devassa nos cofres públicos colocando o nosso Brasil em situação de desespero com elevado índice de desemprego, dívida crescente para as famílias e colocando nossas empresas em situação falimentar.
Não vamos deixar morrer nossas tradições, nosso espírito nacionalista, nossa educação, nossa segurança e tantas outras coisas que perdemos com estas irresponsáveis atitudes de nossos governantes. Lembremos a frase já mencionada do Policarpo Quaresma: “Convém que nós não deixemos morrer as nossas tradições, os usos genuinamente nacionais...”
Relembremos as cores e os significados de nosso símbolo pátrio formado por um grande retângulo verde que significa as nossas florestas e a riqueza de nossa evoluída agricultura; um losango amarelo que traduz a riqueza de nosso país; um circulo azul lembrando a qualidade de nossa água cristalina. O céu azul deste círculo dividido por uma faixa branca com os dizeres de nossa meta “Ordem e Progresso” mostra na parte de baixo as 26 estrelas que representam nossos estados e na superior uma estrela representando o Distrito Federal.
Estas explicações com certeza são desnecessárias em outras nações pelo patriotismo que possuem, pela educação que recebem as crianças, mas infelizmente aqui em nossa pátria, devido a queda vertiginosa na qualidade do ensino provocada pela eliminação de disciplinas focadas em valores cívicos (Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira); somando-se a isto nosso modelo de colonização extrativista, onde a exploração de nossos colonos que precisavam entregar toda a sua produção à coroa portuguesa em troca de migalhas ou então a seus representantes já corruptos.
O cenário é estarrecedor, porém sendo identificado poderemos desenvolver ações que revertam a situação, para que no futuro nossa bandeira verde e amarela represente muito mais que um time de futebol, mas que ela transmita o sentimento de vitória, competência, sobriedade e potência. Que os símbolos máximos que ela representa não fiquem restritos às nossas fronteiras, mas que se espalhem para todas as nações.
A retomada da economia, o combate à corrupção e restabelecimento da qualidade na educação; são com certeza os três pilares que precisamos construir para recuperar a autoestima do nosso querido Brasil.
Tenho certeza que o período de prosperidade está muito próximo de retornar, graças aos incansáveis batalhadores do agronegócio, e mais especificamente, à cana-de-açúcar, que superou batalhas épicas (código florestal, mecanização do corte e marginalização do etanol) durante os últimos cinco anos e graças a fibra de todos envolvidos em sua cadeia produtiva, está muito próxima de ser a protagonista de um programa governamental (Renovabio) que trará para o Brasil a admiração mundial como o primeiro país de proporções continentais a combater ferozmente os gases emitidos pelos combustíveis fósseis, os principais causadores do efeito-estufa.
Sobre o combate à corrupção espero que em 2018 os brasileiros mais esclarecidos participem com maior responsabilidade das eleições, pesquisando antes de escolher o seu candidato e também cumprindo com um papel que é tão patriótico quanto cantar o hino nacional, o de orientar as pessoas próximas menos esclarecidas sob como escolher o seu candidato de maneira correta.
Com a economia girando e a melhoria na qualidade e fiscalização dos governantes, a evolução na educação será uma grata consequência inevitável.
Portanto, propomos para o cidadão de bem, que almeja ver seus descendentes sentir orgulho da própria pátria, que tome uma singela atitude colocando uma bandeira nacional na porta de sua casa, de sua empresa, na mesa de trabalho ou um adesivo no carro, mostrando com esse sinal que está sim disposto a trabalhar por um país melhor.
Tendo por fundamento estes objetivos, solidarizamo-nos com este movimento patriótico de divulgar nosso símbolo nacional para todos os brasileiros que por políticas corruptas e irresponsáveis tornaram-no oculto.
Façamos com que nossa bandeira seja hasteada em nossas casas, escolas, indústrias, poderes públicos e todos os locais de expressão.
CLAMAMOS POR UM BRASIL LIMPO, PROGRESSISTA E EDUCADO.
*Manoel Ortolan - presidente da Canaoeste – Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo
*Aparecido Luiz - presidente do Ceise BR – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis
*Paulo Scaranelo - presidente da ACIS – Associação Comercial e Industrial de Sertãozinho
*Manoel da Rocha Freitas - presidente do Lions Club de Sertãozinho