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Pressão do superávit mundial fez preços do açúcar caírem cerca de 25% em 2018

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Açúcar

02/08/2018
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Análise trazida hoje (2) pelo jornal Valor Econômico aponta para uma desvalorização, só em 2018, de 24,83% na commodity na bolsa de Nova York. Ainda segundo os analistas, a pressão sobre os preços é exercida, principalmente, pelas "previsões de superávit na oferta mundial, a despeito da queda na produção do Brasil. Na Índia, maior produtor global, as duas safras recorde consecutivas devem manter as cotações em baixa até que alguma solução seja dada para o excedente do país, segundo a trading ED&F Man".
 
O mercado da Ice Future ontem esboçou, no início da sessão, alguma reação, com preços em alta, porém, ao longo do dia, os fundamentos não se firmaram e os contratos fecharam em baixa em todos os vencimentos. No lote outubro/18, a queda foi de sete pontos, com negócios firmados em 10,48 centavos de dólar por libra-peso. Já os contratos para março/19, caíram 19 pontos, cotados a 11,29 cts/lb. Nas demais telas o recuo oscilou entre 15 e 20 pontos.
 
Em Londres a commodity também fechou em baixa em todas as telas. O vencimento outubro/18 foi comercializado a US$ 314,50 a tonelada, baixa de 3,40 dólares no comparativo com a véspera. Nos demais lotes a desvalorização ficou entre 3,00 e 4,10 dólares.
 
Mercado doméstico
 
O açúcar cristal iniciou o mês de agosto em queda pelo indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, as usinas paulistas negociaram o produto a R$ 51,29 a saca de 50 quilos, retração de 1,95% no comparativo com a segunda-feira.
 
Etanol hidratado
 
O etanol também começou a mês em baixa pelos índices Esalq/BM&FBovespa, com o metro cúbico vendido a R$ 1.462,00, desvalorização de 0,48% no comparativo com o dia anterior.
 
Após esboçarem recuperação na abertura do pregão de ontem, os contratos futuros do açúcar registraram queda na bolsa de Nova York. Os papéis com vencimento em março fecharam a sessão a 11,29 centavos de dólar a libra-peso, com recuo de 19 pontos.

Fonte: UDOP

Pressão do superávit mundial fez preços do açúcar caírem cerca de 25% em 2018

02/08/2018

Análise trazida hoje (2) pelo jornal Valor Econômico aponta para uma desvalorização, só em 2018, de 24,83% na commodity na bolsa de Nova York. Ainda segundo os analistas, a pressão sobre os preços é exercida, principalmente, pelas "previsões de superávit na oferta mundial, a despeito da queda na produção do Brasil. Na Índia, maior produtor global, as duas safras recorde consecutivas devem manter as cotações em baixa até que alguma solução seja dada para o excedente do país, segundo a trading ED&F Man".
 
O mercado da Ice Future ontem esboçou, no início da sessão, alguma reação, com preços em alta, porém, ao longo do dia, os fundamentos não se firmaram e os contratos fecharam em baixa em todos os vencimentos. No lote outubro/18, a queda foi de sete pontos, com negócios firmados em 10,48 centavos de dólar por libra-peso. Já os contratos para março/19, caíram 19 pontos, cotados a 11,29 cts/lb. Nas demais telas o recuo oscilou entre 15 e 20 pontos.
 
Em Londres a commodity também fechou em baixa em todas as telas. O vencimento outubro/18 foi comercializado a US$ 314,50 a tonelada, baixa de 3,40 dólares no comparativo com a véspera. Nos demais lotes a desvalorização ficou entre 3,00 e 4,10 dólares.
 
Mercado doméstico
 
O açúcar cristal iniciou o mês de agosto em queda pelo indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, as usinas paulistas negociaram o produto a R$ 51,29 a saca de 50 quilos, retração de 1,95% no comparativo com a segunda-feira.
 
Etanol hidratado
 
O etanol também começou a mês em baixa pelos índices Esalq/BM&FBovespa, com o metro cúbico vendido a R$ 1.462,00, desvalorização de 0,48% no comparativo com o dia anterior.
 
Após esboçarem recuperação na abertura do pregão de ontem, os contratos futuros do açúcar registraram queda na bolsa de Nova York. Os papéis com vencimento em março fecharam a sessão a 11,29 centavos de dólar a libra-peso, com recuo de 19 pontos.