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Produtividade recorde e a importância do manejo eficiente

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Agricultura

02/01/2018

Alcançar o máximo potencial produtivo é o objetivo de todos os produtores rurais. Atualmente, algumas ferramentas disponíveis podem entregar esse incrementar de resultados no campo, como é o caso da irrigação por gotejamento. Sem dúvidas, a irrigação inteligente é o instrumento que mais traz ganho de produtividade, mas o agricultor precisa estar ciente que outros cuidados também devem ser aliados no propósito de garantir o melhor rendimento dos cultivos.

Estudo realizado em 2015, pelos autores BATTISTI, R.1; SENTELHAS, P (BATTISTI, R.; SENTELHAS, P. C. Drought tolerance of brazilian soybean cultivars simulated by a simple agrometeorological yield model. Experimental Agriculture, Cambridge, v. 51, p. 285-298, 2015), em diversas regiões do país, apontaram que o déficit hídrico está entre os principais causadores de quebra na produtividade. Contudo, o resultado das lavouras também sofre influência de outros fatores como: solo, ambiente, qualidade da semente, nutrição, além de pragas e doenças.

Produtividade agrícola

Na cultura da soja, a pesquisa mostrou que a quebra de produtividade – avaliada em diferentes regiões do país – variaram consideravelmente e que grande parte delas é oriunda do déficit hídrico (73,8%), enquanto o manejo inadequado representou 26,8% da quebra geral da produtividade.

Na cana-de-açúcar, o mesmo estudo retratou que a ausência de água na quantidade ideal representou 75,6% da quebra na média nacional. Já o manejo agrícola foi responsável por 24,4%. No entanto, foram observadas diferenças entre as regiões, sendo que no Nordeste o déficit hídrico respondeu por aproximadamente 86% das quebras, ao passo que no Sul do país as maiores quebras foram causadas por fatores relacionados ao manejo agrícola e à ocorrência de geadas.

Já na cultura do milho, avaliada por DUARTE (DUARTE, Y. N. Modelagem agroclimática para definição da eficiência agrícola da cultura do milho no Estado de São Paulo. 2012. 46 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agronômica) – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2012) no Estado de São Paulo, foi constatado que a quebra de produtividade causada pelo déficit hídrico variou de acordo com a época de semeadura e a região do cultivo. E o recuo de produtividade ocasionado pelo manejo agrícola variaram de 30% a 50% a média das regiões.

Esses resultados evidenciam dois pontos fundamentais para o alcance da máxima produtividade nos grãos: a importância de garantir água durante todo o ciclo dos cultivos e, a necessidade de realizar os tratos culturais adequados. Esses fatores devem ser aliados quando o objetivo é extrair todo potencial das plantas.

Manejo eficiente

O déficit hídrico é responsável por 75% das quebras de produtividade nas principais culturas do país, e esse desafio pode ser superado por meio da adoção de tecnologias como a irrigação por gotejamento. Neste sistema, o produtor conta com a melhor gestão do recurso natural e a garantia de que a planta está recebendo a quantidade ideal de água para seu desenvolvimento. Na irrigação inteligente a eficiência é de 90%.

Por outro lado, os estudos mostraram que há outros 20% de quebra que são causados por práticas inadequadas de manejo. Um aspecto fundamental a ser considerado no planejamento das culturas anuais é a janela de plantio, ou seja, a melhor época de semeadura para cada região. Isso se refere ao zoneamento agrícola e representa informações importantes para minimizar as perdas. Assim, mesmo em casos onde o produtor usufrui da irrigação por gotejamento, realizar o plantio dentro da janela ideal, continua sendo fundamental para o resultado satisfatório. Bem como, o uso de sementes de qualidade e realização da semeadura sob condições adequadas de umidade de solo.

Além disso, práticas ligadas ao manejo de solo – que aumentem o perfil do solo a ser explorado pelas raízes – também é um componente importante para que os cultivos tenham maior disponibilidade de água ao longo do ciclo. E não menos importante, o controle de pragas, doenças, plantas daninhas e a fertilização do solo estão entre os principais aspectos redutores de produtividade quando considerado os tratos culturais. Neste sentido, a adoção de variedades resistentes, tanto a deficiência climática, quando as principais pragas e doenças de cada região, também é fundamental. Assim, a produtividade potencial pode ser alcançada quando se aliada irrigação gotejamento e melhorias no manejo. Todos esses aspectos são fundamentais para que a agricultura se torne cada vez mais uma atividade sustentável e rentável.

Fonte: SFAGRO

Produtividade recorde e a importância do manejo eficiente

02/01/2018

Alcançar o máximo potencial produtivo é o objetivo de todos os produtores rurais. Atualmente, algumas ferramentas disponíveis podem entregar esse incrementar de resultados no campo, como é o caso da irrigação por gotejamento. Sem dúvidas, a irrigação inteligente é o instrumento que mais traz ganho de produtividade, mas o agricultor precisa estar ciente que outros cuidados também devem ser aliados no propósito de garantir o melhor rendimento dos cultivos.

Estudo realizado em 2015, pelos autores BATTISTI, R.1; SENTELHAS, P (BATTISTI, R.; SENTELHAS, P. C. Drought tolerance of brazilian soybean cultivars simulated by a simple agrometeorological yield model. Experimental Agriculture, Cambridge, v. 51, p. 285-298, 2015), em diversas regiões do país, apontaram que o déficit hídrico está entre os principais causadores de quebra na produtividade. Contudo, o resultado das lavouras também sofre influência de outros fatores como: solo, ambiente, qualidade da semente, nutrição, além de pragas e doenças.

Produtividade agrícola

Na cultura da soja, a pesquisa mostrou que a quebra de produtividade – avaliada em diferentes regiões do país – variaram consideravelmente e que grande parte delas é oriunda do déficit hídrico (73,8%), enquanto o manejo inadequado representou 26,8% da quebra geral da produtividade.

Na cana-de-açúcar, o mesmo estudo retratou que a ausência de água na quantidade ideal representou 75,6% da quebra na média nacional. Já o manejo agrícola foi responsável por 24,4%. No entanto, foram observadas diferenças entre as regiões, sendo que no Nordeste o déficit hídrico respondeu por aproximadamente 86% das quebras, ao passo que no Sul do país as maiores quebras foram causadas por fatores relacionados ao manejo agrícola e à ocorrência de geadas.

Já na cultura do milho, avaliada por DUARTE (DUARTE, Y. N. Modelagem agroclimática para definição da eficiência agrícola da cultura do milho no Estado de São Paulo. 2012. 46 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agronômica) – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2012) no Estado de São Paulo, foi constatado que a quebra de produtividade causada pelo déficit hídrico variou de acordo com a época de semeadura e a região do cultivo. E o recuo de produtividade ocasionado pelo manejo agrícola variaram de 30% a 50% a média das regiões.

Esses resultados evidenciam dois pontos fundamentais para o alcance da máxima produtividade nos grãos: a importância de garantir água durante todo o ciclo dos cultivos e, a necessidade de realizar os tratos culturais adequados. Esses fatores devem ser aliados quando o objetivo é extrair todo potencial das plantas.

Manejo eficiente

O déficit hídrico é responsável por 75% das quebras de produtividade nas principais culturas do país, e esse desafio pode ser superado por meio da adoção de tecnologias como a irrigação por gotejamento. Neste sistema, o produtor conta com a melhor gestão do recurso natural e a garantia de que a planta está recebendo a quantidade ideal de água para seu desenvolvimento. Na irrigação inteligente a eficiência é de 90%.

Por outro lado, os estudos mostraram que há outros 20% de quebra que são causados por práticas inadequadas de manejo. Um aspecto fundamental a ser considerado no planejamento das culturas anuais é a janela de plantio, ou seja, a melhor época de semeadura para cada região. Isso se refere ao zoneamento agrícola e representa informações importantes para minimizar as perdas. Assim, mesmo em casos onde o produtor usufrui da irrigação por gotejamento, realizar o plantio dentro da janela ideal, continua sendo fundamental para o resultado satisfatório. Bem como, o uso de sementes de qualidade e realização da semeadura sob condições adequadas de umidade de solo.

Além disso, práticas ligadas ao manejo de solo – que aumentem o perfil do solo a ser explorado pelas raízes – também é um componente importante para que os cultivos tenham maior disponibilidade de água ao longo do ciclo. E não menos importante, o controle de pragas, doenças, plantas daninhas e a fertilização do solo estão entre os principais aspectos redutores de produtividade quando considerado os tratos culturais. Neste sentido, a adoção de variedades resistentes, tanto a deficiência climática, quando as principais pragas e doenças de cada região, também é fundamental. Assim, a produtividade potencial pode ser alcançada quando se aliada irrigação gotejamento e melhorias no manejo. Todos esses aspectos são fundamentais para que a agricultura se torne cada vez mais uma atividade sustentável e rentável.