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http://www.ideaonline.com.br/conteudo/2-inovacana.html
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/

Rumo dá suporte ao agronegócio para escoamento de safras recordes sobre trilhos

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Logística

28/08/2017

Com investimentos de peso, a concessionária de ferrovias abre caminho para o Brasil ampliar participação no mercado global de soja e milho
 Os últimos dois anos foram de transformações e avanços no transporte ferroviário de cargas no Brasil. Desde a fusão com a América Latina Logística (ALL), no início de 2015, a concessionária Rumo vem preparando as ferrovias dos seis estados onde atua para movimentações cada vez maiores de produtos do agronegócio. A principal rota de exportação de grãos, entre Mato Grosso e o Porto de Santos (SP), recebe atenção especial, com ganho de performance e ampliação do volume de soja e milho sobre os trilhos. A concessionária direciona investimentos também à rota da Ferrovia Central do Paraná, ligação estratégica de polos de produção agroindustrial com os portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC).
 A Rumo participou nesta quinta-feira (24) do Fórum de Agricultura da América do Sul, que segue até amanhã, em Curitiba (PR), com apresentação sobre tendências do transporte ferroviário de cargas ligadas ao agronegócio. O diretor de assuntos Regulatórios e Institucionais da concessionária, Guilherme Penin, detalhou a atuação da Rumo no painel “Infraestrutura: Soberania e Geopolítica do Escoamento de Grãos”. Os projetos da Companhia podem ser conhecidos também no Work Space, área de descanso e troca de informações aberta aos participantes do evento.
 
Além dos serviços prestados ao agronegócio, a Companhia atende à indústria brasileira em operações de exportação, importação e movimentação de cargas no mercado interno. A Rumo detém atualmente quatro concessões ferroviárias: Malha Sul (concentrada em Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Malha Paulista (que abrange o estado de São Paulo), Malha Oeste (Mato Grosso do Sul e São Paulo) e Malha Norte (Mato Grosso). São 12 mil quilômetros de malha ferroviária, além de cerca de mil locomotivas, 28 mil vagões e mais de 13 mil colaboradores diretos e indiretos.
 
 
Renovação de concessão
Maior produtor nacional de grãos, Mato Grosso conta com o apoio do modal ferroviário para expandir o cultivo e escoamento de grãos. O Estado é protagonista na ampliação da produção brasileira de soja e milho, que resultou em safras recordes na temporada 2016/2017. A agroindústria mato-grossense também vem acessando cada vez mais as ferrovias para escoar produtos como óleo de soja, que chegam de trem a São Paulo e outros centros de consumo.
 
A Rumo tem projetos para ampliar seus investimentos nos próximos anos, a partir da renovação da concessão da Malha Paulista, que está em análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A prorrogação por mais 30 anos viabilizará R$ 4,7 bilhões em investimentos, que permitirão ampliar a capacidade de transporte nessa malha – de 30 milhões de toneladas/ano para 75 milhões de toneladas/ano até 2023. Os benefícios decorrentes desses investimentos incluem geração de empregos, redução do risco de acidentes nas rodovias e diminuição na emissão de gases.
Com investimentos de peso, a concessionária de ferrovias abre caminho para o Brasil ampliar participação no mercado global de soja e milho
 Os últimos dois anos foram de transformações e avanços no transporte ferroviário de cargas no Brasil. Desde a fusão com a América Latina Logística (ALL), no início de 2015, a concessionária Rumo vem preparando as ferrovias dos seis estados onde atua para movimentações cada vez maiores de produtos do agronegócio. A principal rota de exportação de grãos, entre Mato Grosso e o Porto de Santos (SP), recebe atenção especial, com ganho de performance e ampliação do volume de soja e milho sobre os trilhos. A concessionária direciona investimentos também à rota da Ferrovia Central do Paraná, ligação estratégica de polos de produção agroindustrial com os portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC).
 A Rumo participou nesta quinta-feira (24) do Fórum de Agricultura da América do Sul, que segue até amanhã, em Curitiba (PR), com apresentação sobre tendências do transporte ferroviário de cargas ligadas ao agronegócio. O diretor de assuntos Regulatórios e Institucionais da concessionária, Guilherme Penin, detalhou a atuação da Rumo no painel “Infraestrutura: Soberania e Geopolítica do Escoamento de Grãos”. Os projetos da Companhia podem ser conhecidos também no Work Space, área de descanso e troca de informações aberta aos participantes do evento.
 
Além dos serviços prestados ao agronegócio, a Companhia atende à indústria brasileira em operações de exportação, importação e movimentação de cargas no mercado interno. A Rumo detém atualmente quatro concessões ferroviárias: Malha Sul (concentrada em Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Malha Paulista (que abrange o estado de São Paulo), Malha Oeste (Mato Grosso do Sul e São Paulo) e Malha Norte (Mato Grosso). São 12 mil quilômetros de malha ferroviária, além de cerca de mil locomotivas, 28 mil vagões e mais de 13 mil colaboradores diretos e indiretos.
 
 
Renovação de concessão
Maior produtor nacional de grãos, Mato Grosso conta com o apoio do modal ferroviário para expandir o cultivo e escoamento de grãos. O Estado é protagonista na ampliação da produção brasileira de soja e milho, que resultou em safras recordes na temporada 2016/2017. A agroindústria mato-grossense também vem acessando cada vez mais as ferrovias para escoar produtos como óleo de soja, que chegam de trem a São Paulo e outros centros de consumo.
 
A Rumo tem projetos para ampliar seus investimentos nos próximos anos, a partir da renovação da concessão da Malha Paulista, que está em análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A prorrogação por mais 30 anos viabilizará R$ 4,7 bilhões em investimentos, que permitirão ampliar a capacidade de transporte nessa malha – de 30 milhões de toneladas/ano para 75 milhões de toneladas/ano até 2023. Os benefícios decorrentes desses investimentos incluem geração de empregos, redução do risco de acidentes nas rodovias e diminuição na emissão de gases.

Fonte: Assessoria de imprensa

Rumo dá suporte ao agronegócio para escoamento de safras recordes sobre trilhos

28/08/2017

Com investimentos de peso, a concessionária de ferrovias abre caminho para o Brasil ampliar participação no mercado global de soja e milho
 Os últimos dois anos foram de transformações e avanços no transporte ferroviário de cargas no Brasil. Desde a fusão com a América Latina Logística (ALL), no início de 2015, a concessionária Rumo vem preparando as ferrovias dos seis estados onde atua para movimentações cada vez maiores de produtos do agronegócio. A principal rota de exportação de grãos, entre Mato Grosso e o Porto de Santos (SP), recebe atenção especial, com ganho de performance e ampliação do volume de soja e milho sobre os trilhos. A concessionária direciona investimentos também à rota da Ferrovia Central do Paraná, ligação estratégica de polos de produção agroindustrial com os portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC).
 A Rumo participou nesta quinta-feira (24) do Fórum de Agricultura da América do Sul, que segue até amanhã, em Curitiba (PR), com apresentação sobre tendências do transporte ferroviário de cargas ligadas ao agronegócio. O diretor de assuntos Regulatórios e Institucionais da concessionária, Guilherme Penin, detalhou a atuação da Rumo no painel “Infraestrutura: Soberania e Geopolítica do Escoamento de Grãos”. Os projetos da Companhia podem ser conhecidos também no Work Space, área de descanso e troca de informações aberta aos participantes do evento.
 
Além dos serviços prestados ao agronegócio, a Companhia atende à indústria brasileira em operações de exportação, importação e movimentação de cargas no mercado interno. A Rumo detém atualmente quatro concessões ferroviárias: Malha Sul (concentrada em Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Malha Paulista (que abrange o estado de São Paulo), Malha Oeste (Mato Grosso do Sul e São Paulo) e Malha Norte (Mato Grosso). São 12 mil quilômetros de malha ferroviária, além de cerca de mil locomotivas, 28 mil vagões e mais de 13 mil colaboradores diretos e indiretos.
 
 
Renovação de concessão
Maior produtor nacional de grãos, Mato Grosso conta com o apoio do modal ferroviário para expandir o cultivo e escoamento de grãos. O Estado é protagonista na ampliação da produção brasileira de soja e milho, que resultou em safras recordes na temporada 2016/2017. A agroindústria mato-grossense também vem acessando cada vez mais as ferrovias para escoar produtos como óleo de soja, que chegam de trem a São Paulo e outros centros de consumo.
 
A Rumo tem projetos para ampliar seus investimentos nos próximos anos, a partir da renovação da concessão da Malha Paulista, que está em análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A prorrogação por mais 30 anos viabilizará R$ 4,7 bilhões em investimentos, que permitirão ampliar a capacidade de transporte nessa malha – de 30 milhões de toneladas/ano para 75 milhões de toneladas/ano até 2023. Os benefícios decorrentes desses investimentos incluem geração de empregos, redução do risco de acidentes nas rodovias e diminuição na emissão de gases.
Com investimentos de peso, a concessionária de ferrovias abre caminho para o Brasil ampliar participação no mercado global de soja e milho
 Os últimos dois anos foram de transformações e avanços no transporte ferroviário de cargas no Brasil. Desde a fusão com a América Latina Logística (ALL), no início de 2015, a concessionária Rumo vem preparando as ferrovias dos seis estados onde atua para movimentações cada vez maiores de produtos do agronegócio. A principal rota de exportação de grãos, entre Mato Grosso e o Porto de Santos (SP), recebe atenção especial, com ganho de performance e ampliação do volume de soja e milho sobre os trilhos. A concessionária direciona investimentos também à rota da Ferrovia Central do Paraná, ligação estratégica de polos de produção agroindustrial com os portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC).
 A Rumo participou nesta quinta-feira (24) do Fórum de Agricultura da América do Sul, que segue até amanhã, em Curitiba (PR), com apresentação sobre tendências do transporte ferroviário de cargas ligadas ao agronegócio. O diretor de assuntos Regulatórios e Institucionais da concessionária, Guilherme Penin, detalhou a atuação da Rumo no painel “Infraestrutura: Soberania e Geopolítica do Escoamento de Grãos”. Os projetos da Companhia podem ser conhecidos também no Work Space, área de descanso e troca de informações aberta aos participantes do evento.
 
Além dos serviços prestados ao agronegócio, a Companhia atende à indústria brasileira em operações de exportação, importação e movimentação de cargas no mercado interno. A Rumo detém atualmente quatro concessões ferroviárias: Malha Sul (concentrada em Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Malha Paulista (que abrange o estado de São Paulo), Malha Oeste (Mato Grosso do Sul e São Paulo) e Malha Norte (Mato Grosso). São 12 mil quilômetros de malha ferroviária, além de cerca de mil locomotivas, 28 mil vagões e mais de 13 mil colaboradores diretos e indiretos.
 
 
Renovação de concessão
Maior produtor nacional de grãos, Mato Grosso conta com o apoio do modal ferroviário para expandir o cultivo e escoamento de grãos. O Estado é protagonista na ampliação da produção brasileira de soja e milho, que resultou em safras recordes na temporada 2016/2017. A agroindústria mato-grossense também vem acessando cada vez mais as ferrovias para escoar produtos como óleo de soja, que chegam de trem a São Paulo e outros centros de consumo.
 
A Rumo tem projetos para ampliar seus investimentos nos próximos anos, a partir da renovação da concessão da Malha Paulista, que está em análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A prorrogação por mais 30 anos viabilizará R$ 4,7 bilhões em investimentos, que permitirão ampliar a capacidade de transporte nessa malha – de 30 milhões de toneladas/ano para 75 milhões de toneladas/ano até 2023. Os benefícios decorrentes desses investimentos incluem geração de empregos, redução do risco de acidentes nas rodovias e diminuição na emissão de gases.