http://www.ideaonline.com.br/conteudo/17-produtividade-e-reducao-de-custos-2018.html
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://www.rossam.com.br/index.html

Safra 2017/18: CNA espera novos ajustes e prevê produção de 225,4 milhões de t

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Cana-de-Açúcar

11/07/2018
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A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que os próximos levantamentos de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) trarão novos ajustes negativos considerando a evolução da segunda safra de milho, prejudicada pela falta de chuvas. "Com o avanço da colheita do milho safrinha, novos ajustes devem ser realizados e a produção (total de grãos) deverá ficar próxima a 225,4 milhões de toneladas, queda 5,1% em relação à última safra", diz em nota o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Alan Malinski. Hoje a Conab estimou a produção nacional em 228,5 milhões de toneladas.
 
De acordo com a Conab, a produção do milho safrinha está estimada em 56,02 milhões de toneladas, ante 58,22 milhões (-16,9%) esperadas em junho. As estimativas da CNA apontam para uma produção próxima a 53 milhões de toneladas. "A CNA esteve percorrendo Mato Grosso do Sul e identificou que a perda de produtividade no Estado deve ficar acima dos 30%." Para a entidade, os preços mais altos nesta temporada devem contribuir para minimizar os prejuízos dos produtores.
 
A estimativa de colheita de 118,89 milhões de toneladas de soja foi, segundo a CNA, o grande destaque do ciclo 2017/18. "As boas climáticas fizeram com que tivéssemos boa produtividade em praticamente todas as regiões, tirando algumas exceções, como o sul do Rio Grande do Sul e algumas regiões do Mato Grosso, onde a chuva acabou atrapalhando a colheita", afirma Malinski.
 
Segundo ele, o algodão também surpreendeu, com aumento de 25% na área. "A colheita do algodão está em andamento e as estimativas indicam uma produção de 1,964 milhão de toneladas de pluma, a maior produção colhida no Brasil. Essa é a segunda safra consecutiva em que a produtividade e a qualidade de fibra estão acima da média e isso deve garantir rentabilidade positiva aos cotonicultores."

Fonte: Broadcast Agro

Safra 2017/18: CNA espera novos ajustes e prevê produção de 225,4 milhões de t

11/07/2018

A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que os próximos levantamentos de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) trarão novos ajustes negativos considerando a evolução da segunda safra de milho, prejudicada pela falta de chuvas. "Com o avanço da colheita do milho safrinha, novos ajustes devem ser realizados e a produção (total de grãos) deverá ficar próxima a 225,4 milhões de toneladas, queda 5,1% em relação à última safra", diz em nota o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Alan Malinski. Hoje a Conab estimou a produção nacional em 228,5 milhões de toneladas.
 
De acordo com a Conab, a produção do milho safrinha está estimada em 56,02 milhões de toneladas, ante 58,22 milhões (-16,9%) esperadas em junho. As estimativas da CNA apontam para uma produção próxima a 53 milhões de toneladas. "A CNA esteve percorrendo Mato Grosso do Sul e identificou que a perda de produtividade no Estado deve ficar acima dos 30%." Para a entidade, os preços mais altos nesta temporada devem contribuir para minimizar os prejuízos dos produtores.
 
A estimativa de colheita de 118,89 milhões de toneladas de soja foi, segundo a CNA, o grande destaque do ciclo 2017/18. "As boas climáticas fizeram com que tivéssemos boa produtividade em praticamente todas as regiões, tirando algumas exceções, como o sul do Rio Grande do Sul e algumas regiões do Mato Grosso, onde a chuva acabou atrapalhando a colheita", afirma Malinski.
 
Segundo ele, o algodão também surpreendeu, com aumento de 25% na área. "A colheita do algodão está em andamento e as estimativas indicam uma produção de 1,964 milhão de toneladas de pluma, a maior produção colhida no Brasil. Essa é a segunda safra consecutiva em que a produtividade e a qualidade de fibra estão acima da média e isso deve garantir rentabilidade positiva aos cotonicultores."