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Superávit de açúcar cai pela metade

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Açúcar

01/10/2018
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Um levantamento produzido pela INTL FCStone reduziu a expectativa de saldo global de açúcar no ciclo 2018/2019 para 4,4 milhões de toneladas, ou seja, 3,6 milhões de toneladas a menos do que foi estipulado na última estimativa.  De acordo com o analista de mercado da INTL FCStone, João Paulo Botelho, alguns fatores políticos como a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos e a situação climática da Europa colaboram para este saldo. 

“Reduzimos em 220 mil toneladas nossa projeção para a safra açucareira na União Europeia em relação à estimativa de julho, para 18,2 milhões de toneladas (valor branco). Apesar de posicionar-se em um patamar elevado no comparativo com o histórico dos últimos 10 anos, esta quantidade representa uma diminuição de 7,5% ante ao que foi fabricado em 2017/2018”, informa. 
Além disso, a INTL FCStone também diminui a estimativa de moagem de cana no Centro-Sul para 567 milhões de toneladas, um volume 4,9% menor em relação a 2017/ 2018 e 6,9 milhões de toneladas mais baixo do que o número que havia sido estipulado na estimativa divulgada em julho. Segundo Botelho, o clima nessas regiões foi o principal responsável pela queda desses números. 

“Em grande parte dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, as chuvas acumuladas nos primeiros meses do inverno não ultrapassaram 50% do volume usual. Em alguns canaviais, o volume precipitado não atingiu 10% da média de longo prazo”, explica. 

No entanto, a estimativa para a produção de etanol cresceu 1,8 milhão de m³ em relação à projeção de julho e 17,3% ante a 2017/2018, chegando em um total de 30 milhões de m³. Nesse sentido, a consultoria espera que a destilação na safra atual totalize 20,8 milhões de m³. “A decisão em produzir mais etanol tem sido sustentada por uma maior remuneração do biocombustível ante ao seu coproduto – tendência que tem sido observada desde dezembro de 2017”, conclui.
 

Fonte: UDOP

Superávit de açúcar cai pela metade

01/10/2018

Um levantamento produzido pela INTL FCStone reduziu a expectativa de saldo global de açúcar no ciclo 2018/2019 para 4,4 milhões de toneladas, ou seja, 3,6 milhões de toneladas a menos do que foi estipulado na última estimativa.  De acordo com o analista de mercado da INTL FCStone, João Paulo Botelho, alguns fatores políticos como a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos e a situação climática da Europa colaboram para este saldo. 

“Reduzimos em 220 mil toneladas nossa projeção para a safra açucareira na União Europeia em relação à estimativa de julho, para 18,2 milhões de toneladas (valor branco). Apesar de posicionar-se em um patamar elevado no comparativo com o histórico dos últimos 10 anos, esta quantidade representa uma diminuição de 7,5% ante ao que foi fabricado em 2017/2018”, informa. 
Além disso, a INTL FCStone também diminui a estimativa de moagem de cana no Centro-Sul para 567 milhões de toneladas, um volume 4,9% menor em relação a 2017/ 2018 e 6,9 milhões de toneladas mais baixo do que o número que havia sido estipulado na estimativa divulgada em julho. Segundo Botelho, o clima nessas regiões foi o principal responsável pela queda desses números. 

“Em grande parte dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, as chuvas acumuladas nos primeiros meses do inverno não ultrapassaram 50% do volume usual. Em alguns canaviais, o volume precipitado não atingiu 10% da média de longo prazo”, explica. 

No entanto, a estimativa para a produção de etanol cresceu 1,8 milhão de m³ em relação à projeção de julho e 17,3% ante a 2017/2018, chegando em um total de 30 milhões de m³. Nesse sentido, a consultoria espera que a destilação na safra atual totalize 20,8 milhões de m³. “A decisão em produzir mais etanol tem sido sustentada por uma maior remuneração do biocombustível ante ao seu coproduto – tendência que tem sido observada desde dezembro de 2017”, conclui.