http://www.ideaonline.com.br/conteudo/12-grande-encontro-sobre-variedades-de-cana-de-acucar.html
http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

Uso de bioplástico deve crescer

Voltar

Meio Ambiente

24/01/2018

A Associação Europeia de Bioplásticos, em Berlim, anunciou nesta semana que o uso de bioplásticos feitos de cana de açúcar, madeira e milho poderiam crescer cerca de 50% nos próximos cinco anos.


Segundo a entidade, que inclui as empresas Cargill e Mitsubishi Chemical Holdings Corporation, o abastecimento de matéria-prima para os plásticos que ambiciona a indústria petroleira começa a ser desafiado pelas empresas que fabricam garrafas plásticas no lugar de combustíveis fósseis.


Os bioquímicos e bioplásticos podem diluir uma parte da demanda pelo petróleo, considerou Pieterjan Van Eytvank, consultor no Wood Mackenzie, um grupo de pesquisa da indústria petroleira.


Basf, o gigante alemão, e a papeleira finlandesa Stora Enso recém começaram o negócio para satisfazer a demanda de clientes como Coca-Cola e Lego. De acordo com entidades europeias especializadas, os bioplásticos supõem 1% aproximadamente da indústria de plásticos.


Atualmente, as companhias Braskem, com base em São Paulo, NatureWorks, nos Estados Unidos, e Novamont SpA, na Itália, constitutem os principais produtores desses materiais. Analistas coincidem que o crescimento desse mercado poderia estimular inclusive a demanda de petróleo. 

Fonte: Agrolink

Uso de bioplástico deve crescer

24/01/2018

A Associação Europeia de Bioplásticos, em Berlim, anunciou nesta semana que o uso de bioplásticos feitos de cana de açúcar, madeira e milho poderiam crescer cerca de 50% nos próximos cinco anos.


Segundo a entidade, que inclui as empresas Cargill e Mitsubishi Chemical Holdings Corporation, o abastecimento de matéria-prima para os plásticos que ambiciona a indústria petroleira começa a ser desafiado pelas empresas que fabricam garrafas plásticas no lugar de combustíveis fósseis.


Os bioquímicos e bioplásticos podem diluir uma parte da demanda pelo petróleo, considerou Pieterjan Van Eytvank, consultor no Wood Mackenzie, um grupo de pesquisa da indústria petroleira.


Basf, o gigante alemão, e a papeleira finlandesa Stora Enso recém começaram o negócio para satisfazer a demanda de clientes como Coca-Cola e Lego. De acordo com entidades europeias especializadas, os bioplásticos supõem 1% aproximadamente da indústria de plásticos.


Atualmente, as companhias Braskem, com base em São Paulo, NatureWorks, nos Estados Unidos, e Novamont SpA, na Itália, constitutem os principais produtores desses materiais. Analistas coincidem que o crescimento desse mercado poderia estimular inclusive a demanda de petróleo.